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Behemoth

de Thomas Hobbes
idioma: espanhol
Editor: TECNOS, junho de 2013 ‧
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El " Behemoth " es la última obra de filosofía política escrita por Thomas Hobbes. Compuesta hacia 1668, tras la restauración de la monarquía inglesa, y prohibida su publicación por el rey, constituye un agudo análisis del turbulento período de veinte años comprendido entre la convocatoria del Parlamento Largo (1640) y la restauración (1660). La obra contiene un relato, notablemente fiel y desarrollado con gran eficacia narrativa, de los dramáticos acontecimientos de una época crucial en la historia de Inglaterra: la guerra civil, la experiencia traumática del regicidio, la interrupción de la continuidad monárquica con la proclamación de la república y la instauración del protectorado de Cromwell. Pero, por encima de todo, el " Behemoth " constituye un detallado análisis de las causas de lo que para Hobbes era la mayor de las catástrofes colectivas: la guerra civil. Esa situación de conflicto generalizado, en la que se disuelven todos los vínculos políticos que nos alejan del estado de mera naturaleza, es un magnífico laboratorio para el filósofo político, al que brinda la oportunidad de investigar en estado puro la naturaleza humana, que es la materia de la que están hechos tanto el orden como el desorden. Como estudio sobre las causas de la vulnerabilidad del orden, el " Behemoth " es el complemento indispensable del " Leviathan " .

Behemoth

de Thomas Hobbes

Propriedade Descrição
ISBN: 9788430957965
Editor: TECNOS
Data de Lançamento: junho de 2013
Idioma: Espanhol
Dimensões: 133 x 201 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788430957965

SOBRE O AUTOR

Thomas Hobbes

Thomas Hobbes (1588-1679) é considerado um dos filósofos ingleses mais importantes e influentes. Homem do Renascimento, educado nos mais diversos campos do saber, Hobbes distinguiu-se precisamente com Leviatã, o primeiro tratado de filosofia política a referir a necessidade de um contrato social. No entanto, a sua obra e influência foi significativa em campos tão díspares como a História, a Geometria, a Teologia, a Ética, a jurisprudência e a Filosofia em geral. Filho de um membro do clero que desprezava o conhecimento e a educação além do estritamente necessário, Thomas Hobbes teve a sorte de as circunstâncias familiares o deixarem a si e à sua família ao cuidado de um tio, um mercador abastado. Passou por diversas escolas antes de chegar à Universidade de Oxford e já antes de nela ingressar tinha traduzido a Medeia, de Eurípedes, do grego para latim. Foi tutor e secretário de uma família nobre e com um dos seus membros viajou pela Europa absorvendo diferentes conhecimentos opostos ao regime escolástico com o qual tinha convivido em Oxford. Apesar de se dar, corresponder e até mesmo trabalhar com diversas figuras importantes como Ben Jonson ou Francis Bacon, Hobbes só se dedicaria à filosofia a partir de 1629. Depois de ter feito traduções fundamentais de clássicos gregos e latinos. A sua fama como filósofo foi crescendo depois de estadas em Itália e em França a ponto de, em 1645, ter sido chamado a moderar, com Descartes e Roberval, uma disputa filosófica de impacto europeu sobre a quadratura do círculo. Hobbes passou a maior parte do período da Guerra Civil em Paris, a trabalhar como tutor e a preparar a publicação e a tradução de alguns livros, nomeadamente o Leviatã, que viu a luz do dia perto do final da guerra. Durante o período da Restauração, as suas obras foram atacadas com base em acusações de heresia, mas teve a proteção do Rei, Carlos II, que tinha sido seu pupilo, resultando daí unicamente a proibição de publicação em Inglaterra de obras de temática próxima à conduta humana. Escreveu e traduziu até ao fim da sua longa vida.

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