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Leviatã

de Thomas Hobbes
Editor: BookBuilders, abril de 2024 ‧
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Publicado originalmente em 1651 e revisto posteriormente em 1668, o ensaio clássico de Hobbes é o primeiro livro a abordar a necessidade de um contrato social.

Escrito durante a Guerra Civil Inglesa (1642-1651), defende a necessidade de uma nova organização social e política. Hobbes argumenta que para evitar o pior dos males - a guerra civil, a guerra de todos contra todos - é necessária toda uma nova estrutura social e formas de governo inovadoras. Só uma sociedade renovada consegue gerar um governo indiviso e só esse consegue garantir a estabilidade e a prosperidade.

Dessa forma, o Autor disseca minuciosamente a sociedade e as instituições da época e propõe todo um novo sistema social e político. Esse novo sistema seria o contraponto do Leviatã, o monstro do Antigo Testamento que é símbolo do caos e ausência de ordem.

Leviatã

de Thomas Hobbes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898973627
Editor: BookBuilders
Data de Lançamento: abril de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 133 x 202 x 47 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 788
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > Maiores de 18 anos > Cultura e Sociedade
EAN: 9789898973627

Entre o Caos e a Ordem

D. W. Proxy

Obra fundamental da filosofia política moderna e sociológica. É base de tudo e toda a gente o deveria ler. Defende que, sem um poder soberano forte, a vida seria uma selva. Mostra como a segurança e a ordem só são possíveis através da autoridade do Estado "Leviatã". Um livro que será sempre atual, questionando os limites da liberdade, e o preço da estabilidade social.

Um dos pilares da modernidade

Gonçalo Gomes

Sendo uma obra fundamental para a compreensão da organização do Estado tal como hoje o conhecemos, é muito mais do que um tratado de política. É, na verdade, uma análise magistral - que lida nos dias de hoje, enviesados pelas "verdades individuais", pode parecer crua - da condição humana e, mais importante do que isso, do comportamento dos indivíduos em sociedade. Leitura obrigatória para quem queira compreender, desde a raiz, os princípios que nos permitem, apesar de tudo, viver como colectivo organizado, maioritariamente pacífico e, mesmo que muitas vezes não pareça, progressivamente solidário com os mais vulneráveis.

SOBRE O AUTOR

Thomas Hobbes

Thomas Hobbes (1588-1679) é considerado um dos filósofos ingleses mais importantes e influentes. Homem do Renascimento, educado nos mais diversos campos do saber, Hobbes distinguiu-se precisamente com Leviatã, o primeiro tratado de filosofia política a referir a necessidade de um contrato social. No entanto, a sua obra e influência foi significativa em campos tão díspares como a História, a Geometria, a Teologia, a Ética, a jurisprudência e a Filosofia em geral. Filho de um membro do clero que desprezava o conhecimento e a educação além do estritamente necessário, Thomas Hobbes teve a sorte de as circunstâncias familiares o deixarem a si e à sua família ao cuidado de um tio, um mercador abastado. Passou por diversas escolas antes de chegar à Universidade de Oxford e já antes de nela ingressar tinha traduzido a Medeia, de Eurípedes, do grego para latim. Foi tutor e secretário de uma família nobre e com um dos seus membros viajou pela Europa absorvendo diferentes conhecimentos opostos ao regime escolástico com o qual tinha convivido em Oxford. Apesar de se dar, corresponder e até mesmo trabalhar com diversas figuras importantes como Ben Jonson ou Francis Bacon, Hobbes só se dedicaria à filosofia a partir de 1629. Depois de ter feito traduções fundamentais de clássicos gregos e latinos. A sua fama como filósofo foi crescendo depois de estadas em Itália e em França a ponto de, em 1645, ter sido chamado a moderar, com Descartes e Roberval, uma disputa filosófica de impacto europeu sobre a quadratura do círculo. Hobbes passou a maior parte do período da Guerra Civil em Paris, a trabalhar como tutor e a preparar a publicação e a tradução de alguns livros, nomeadamente o Leviatã, que viu a luz do dia perto do final da guerra. Durante o período da Restauração, as suas obras foram atacadas com base em acusações de heresia, mas teve a proteção do Rei, Carlos II, que tinha sido seu pupilo, resultando daí unicamente a proibição de publicação em Inglaterra de obras de temática próxima à conduta humana. Escreveu e traduziu até ao fim da sua longa vida.

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