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Autobiografia Não Autorizada

de Dulce Maria Cardoso
Editor: Tinta da China, junho de 2021 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Três anos depois de Eliete, finalmente um novo livro de Dulce Maria Cardoso. As muito celebradas crónicas que saíram na Visão são de uma intimidade sem precedentes na obra da autora: pessoais, memorialísticas, transparentes, e tão depuradas que se tornam universais, abrindo lugar para cada um de nós. Como uma poltrona que «é moldada, dia após dia, pelo peso de um corpo, transformando-se no seu ninho».

Autobiografia Não Autorizada

de Dulce Maria Cardoso

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896716127
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: junho de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 212 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789896716127

Volto sempre a Dulce Maria Cardoso

Raquel Caldas

Quando um texto não impõe limites entre o que é memória e ficção, identidade e personalidade, sei que a “verdade” será transparente e é esta intimidade que procuro na sua escrita. Dulce Maria Cardoso desconstrói-me como Mulher e cidadã, expondo fragilidades e expectativas de todas nós, criando uma certa insegurança nesta não linearidade, na contradição que, ao fim ao cabo, caracteriza a nossa vida. Às vezes, desejava nunca a ter lido, para constantemente viver a surpresa da sua escrita.

A Elegância da Crónica

Paulo G.

Uma das mais virtuosas autoras nacionais em estilo curto. Ou como experimentar a elegância de uma prosa em doses à moda de um sofisticado menu de degustação. Um enorme prazer, com a vantagem de uma edição cuidada e bela.

SOBRE O AUTOR

Dulce Maria Cardoso

Dulce Maria Cardoso publicou os romances Eliete (2018, livro do ano, entre outros, no Público, Expresso e no JL, Prémio Oceanos e finalista do Prémio Femina), O Retorno (2011, Prémio Especial da Crítica e livro do ano dos jornais Público e Expresso), O Chão dos Pardais (2009, Prémio PEN Clube Português e Prémio Ciranda), Os Meus Sentimentos (2005, Prémio da União Europeia para a Literatura) e Campo de Sangue (2001, Prémio Acontece, escrito na sequência de uma Bolsa de Criação Literária atribuída pelo Ministério da Cultura).
Os seus romances estão traduzidos em várias línguas e publicados em mais de duas dezenas de países. A tradução inglesa de O Retorno recebeu, em 2016, o PEN Translates Award.
Publicou contos em revistas e jornais, a maioria dos quais reunida nas antologias Até Nós (2008) e Tudo São Histórias de Amor (2014). Alguns deles fazem parte de várias antologias estrangeiras, e «Anjos por dentro» foi incluído na antologia Best European Fiction 2012, da Dalkey Archive. Em 2017, foram publicados os textos Rosas, escritos no âmbito da estada em Lisboa de Anne Teresa de Keersmaeker, quando a coreógrafa foi a Artista na Cidade. Criou, ainda, a personagem Lôá, a menina Deus, para uma série da RTP2.
A obra de Dulce Maria Cardoso é estudada em universidades de vários países, fazendo parte de programas curriculares, e tem sido objeto de várias teses académicas, bem como adaptada a cinema, teatro e televisão. A autora tem participado em vários festivais de prestígio internacional.
Em 2012, recebeu do Estado francês a condecoração de Cavaleira da Ordem das Artes e Letras. Assina, na Visão, a coluna «Autobiografia não autorizada» (crónicas publicadas em livro, em 2021 e 2023).

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