Auto-Retratos

de Paulo José Miranda
Editor: Abysmo, maio de 2016 ‧
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Não é por acaso que o novo título de Paulo José Miranda não tem capa, quer dizer de forma bruta que lhe interessa ir o mais rapidamente possível ao assunto. Se o livro anterior acolhia os ecos do exterior, este recolhe sinais mais íntimos. E os escombros de um livro podem bem compor um rosto.
Torna-se experiência, sensível e pensada, a leitura de auto-retratos, onde reencontramos a mesma cadência, musical e encantatória dos Exercícios, mas agora dançando em torno de outros eixos: palavra e imagem, deus e humano, e, pois claro, vida e morte.

Auto-Retratos

de Paulo José Miranda

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898688347
Editor: Abysmo
Data de Lançamento: maio de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 114 x 156 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789898688347

Essencial

João Coelho

Esperava este livro desde que lançou a sua última obra de poesia. Uma escrita nítida, desperta, como se o leitor entrasse num espelho que o autor criou. Um dos meus autores de eleição, sem dúvida.

SOBRE O AUTOR

Paulo José Miranda

Paulo José Miranda é um romancista, poeta e dramaturgo. Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1999), é Membro da Sociedade Portuguesa de Autores e Membro do PEN Clube de Portugal. Ministra cursos de Literatura Criativa sobre autores portugueses e estrangeiros e colabora em várias revistas literárias. Recebeu vários importantes prémios: Prémio Teixeira de Pascoaes (1998), Prémio José Saramago (1999), Prémio de Poesia da Sociedade Portuguesa de Autores (2015) e Prémio Ciranda (Fundão, 2015). Entre as obras publicadas destacam-se na poesia, A voz que nos trai (1997), Exercícios de Humano (2014), Auto-Retratos (2016) e Abysmo (2022). Na ficção, o tríptico dedicado à cultura portuguesa oitocentista: Um Prego no Coração (1998), Natureza Morta (1998) e O Vício (2001) e, posteriormente, Com o Corpo Todo (2011), A Máquina do Mundo (2014) e Aaron Klein (2020). No campo do teatro: O Corpo de Helena (1998). Alguns dos títulos encontram-se traduzidos em castelhano, francês e croata.

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