Auto da Barca do Inferno

de Gil Vicente
Editor: Book Cover Editora, setembro de 2020 ‧
O Rei Manuel I e a rainha Leonor foram os primeiros espectadores da peça teatral, um retrato da sociedade portuguesa do século XVI, hoje um clássico incontornável da literatura nacional. O também apelidado Auto da Moralidade, apresenta vários episódios em torno das personagens do Diabo e do Anjo, cada um senhor de uma nau que conduz à eternidade, embora por caminhos distintos. Os dois juízes decidem quem poderá ou não subir as suas barcas, remetendo a alguns temas atuais e conjurando uma poderosa, mas divertida sátira da sociedade.

Auto da Barca do Inferno

de Gil Vicente

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898898371
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: setembro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 213 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Coleção: Essenciais da Literatura Portuguesa
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789898898371

SOBRE O AUTOR

Gil Vicente

Gil Vicente é a figura maior do teatro português e ocupa um lugar fundacional na dramaturgia do sistema interliterário da Península Ibérica, onde ombreia com nomes tão importantes como Juan del Encina ou Lucas Fernández. São muitas as incógnitas referentes à sua biografia. Nasceu provavelmente por volta de 1465, tendo vindo a falecer em data próxima a 1536, ao que tudo indica na cidade de Évora. A atividade dramatúrgica de Gil Vicente foi desenvolvida no âmbito da corte portuguesa, abrangendo os reinados de D. Manuel I e D. João III. Deixou-nos, por conseguinte, uma produção teatral permeada por modelos mentais em trânsito para a modernidade, uma obra empenhada na renovação das formas dramáticas medievais de cunho popular, religioso e cortesão. A Copilaçam de 1562, organizada pelos filhos Luís e Paula Vicente, constitui a primeira edição da obra completa de Gil Vicente, reunindo nela os diferentes géneros que cultivou, tanto de carácter devoto (milagres, mistérios ou moralidades), como de índole profana (comédias, farsas ou tragicomédias). De 1502, data da representação do Monólogo do Vaqueiro ou Auto da Visitação, até 1536, ano da Floresta de Enganos, o dramaturgo português averbou 44 peças, das quais 15 são em língua portuguesa, 11 em castelhano e as restantes 18 em ambos os idiomas.

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