As Pupilas do Senhor Reitor

de Júlio Dinis
Editor: Publicações Europa-América, abril de 2005 ‧
Daniel, o filho mais novo de um abastado lavrador, parte da aldeia levando no coração a imagem da namoradinha de infância, Margarida. Mas essa imagem é apagada pelas fortes impressões que recebe na capital, e, quando regressa, é Clara, a irmã de Margarida, que atrai a sua atenção. Só que Clara é também a noiva do seu irmão Pedro...

Romance que popularizou Júlio Dinis, "As Pupilas do Senhor Reitor" desenham um retrato da aldeia portuguesa que alimentou o imaginário de gerações. As suas personagens inesquecíveis tornaram-se parte do nosso património cultural: o bom Reitor da aldeia, José das Dornas e os seus filhos e principalmente João Semana, cujo nome se tornou símbolo do médico da província. Cheio de diálogos vivos e pitorescos, cómico, fresco mas ao mesmo tempo oportuno e perspicaz, este é ainda hoje um romance obrigatório da nossa literatura, uma obra para toda a família.

As Pupilas do Senhor Reitor

de Júlio Dinis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789721055001
Editor: Publicações Europa-América
Data de Lançamento: abril de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 216 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 328
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 5601072510883
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Júlio Dinis

Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, nasceu em 1839 no Porto, onde cursou Medicina. Em 1862, diagnosticado com tuberculose, suspende o exercício da profissão e retira-se, durante vários anos, para Ovar e, mais tarde, para a Madeira. Descoberto o encanto da vida rural, mas nunca esquecendo o afã da cidade e a sua burguesia nascente, publica o seu primeiro romance em volume, As Pupilas do Senhor Reitor, em 1867, seguindo-se-lhe Uma Família Inglesa (ambos lançados previamente em folhetins, no Jornal do Porto) e A Morgadinha dos Canaviais, ambos em 1868. No ano seguinte conclui o seu quarto romance, Os Fidalgos da Casa Mourisca, cujas provas tipográficas já não acabará de rever. Marcando a transição entre romantismo e realismo, e influenciado pela leitura dos grandes autores ingleses, como Jane Austen ou Charles Dickens, Júlio Dinis cultiva na sua obra o tratamento cuidado de temas familiares e quotidianos, numa estrutura de desenvolvimento lento, mas de resolução engenhosa. Após uma longa batalha contra a doença, morre prematuramente, aos 31 anos, na cidade que o viu nascer, em 1871.

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