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As Meninas Exemplares

de Condessa de Ségur

editor: Editora Guerra & Paz, outubro de 2019
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Sofia vive com a madrasta, que tenta em vão corrigir o seu comportamento, batendo-lhe. A pequena órfã é muito infeliz.

Até que, um dia, a madrasta decide fazer uma viagem, deixando aos cuidados da Sr.ª de Fleurville a pequena Sofia, que se esforça por conquistar a nova família.

A par d’Os Desastres de Sofia, obra recomendada pelo Plano Nacional de Leitura, As Meninas Exemplares fazem parte do imaginário de várias gerações de leitores, com diversas adaptações ao cinema e à televisão

As Meninas Exemplares

de Condessa de Ségur

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897025068
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: outubro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 229 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 9-11 anos > Literatura
EAN: 9789897025068
Idade Mínima Recomendada: Entre 6 e 10
Condessa de Ségur

Condessa de Ségur é o nome por que ficou conhecida Sophie Feodorovna Rostopchine. Nasceu a 1 de agosto de 1799 em São Petersburgo, na Rússia imperial, no seio de uma família aristocrática. A sua infância foi passada em Voronovo, propriedade magnífica que pertencia à família. A sua educação foi rigorosa e incluía a aprendizagem de línguas estrangeiras, com primazia para o francês. Em 1817, a família foi obrigada a exilar-se em Paris, e foi então que Sophie conheceu Eugène de Ségur, com quem casou em 1819, tendo tido 8 filhos.
A Condessa de Ségur começou por inventar histórias para os netos e só escreveu o seu primeiro livro aos 58 anos. Viria a publicar cerca de 20, dos quais os mais conhecidos são Os Desastres de Sofia, As Meninas Exemplares, As Férias e Memórias de Um Burro. Estas obras tornaram-na mundialmente famosa e fazem parte do imaginário de várias gerações um pouco por todo o mundo.
Morreu em Paris no ano de 1874 e é considerada uma das mais importantes escritoras de língua francesa do século XIX. As obras da Condessa de Ségur continuam a ser lidas, publicadas e adaptadas a outras formas artísticas, como o teatro e o cinema.

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