As Irmãs de Auschwitz
Uma história real de amor e coragem
SINOPSE
Cada dia se tornava uma luta para cumprir a promessa deixada à mãe quando a família fora forçada a separar-se - cuidar da irmã. Do contrabando de pão até à vida no limiar da existência, esta é uma obra arrebatadora sobre as fugazes conexões humanas, que determinaram e tornaram possível a sobrevivência. É uma história sobre os laços entre mães, filhas e irmãs. Uma obra que nos relembra que a humanidade e a esperança são capazes de sobreviver à desumanidade mais extrema.
CRÍTICAS
«Um livro extraordinário repleto de generosidade. O leitor não se esquecerá tão facilmente de Rena e da sua irmã Danka. Inspiradora e comovente, esta é uma obra que deve viver muito além das mulheres maravilhosas que a inspiraram.»
Alex Fuller
«Um testemunho memorável.»
Martin Gilbert
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«O sentimento avassalador ao terminar é um triunfo: é possível encontrar abnegação e humanidade entre pessoas que viveram num dos lugares mais horríveis da história.»
Los Angeles Times Book Review
«Uma história incrível contada por uma das sobreviventes de Auschwitz... O número gravado no seu braço era tão baixo que os guardas quando o viam não acreditavam que alguém tivesse resistido tanto tempo.»
Kirkus Reviews
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898999627 |
| Editor: | Alma dos Livros |
| Data de Lançamento: | setembro de 2020 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 158 x 239 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 320 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Memórias e Testemunhos
|
| EAN: | 9789898999627 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Fantástico
Flávia Lourenço
É um livro apaixonante, daqueles que dá vontade de ler sem parar. Adorei o livro, e recomendo muito que o leiam.
Apaixonante
Fernanda Silva
É um livro apaixonante, daqueles que dá vontade de ler sem parar. Gosto imenso de saber histórias do Holocausto e tudo porque passaram os judeus que não podem ser esquecidas.
Que história!
Booksofana
Esta é uma história extremamente emotiva, que nos mostra o que é o amor entre duas irmãs. Rena, por ser a mais velha, cuida da irmã ao longo dos anos que passam em Auschwitz, muitas vezes se arriscando por ela. Adorei o livro, e recomendo muito que o leiam.
Cativante e emocionante
Paula Couto
Neste livro eu ganhei uma empatia muito grande com a personagem principal, a Rena. Simplesmente adorei-a. Inicialmente, conhecemos uma menina muito inocente e dedicada à família. Contudo, como um nazi a estava a assediar, a família decide que ela deve ir para a casa de outros familiares esconder-se. Mas, com o passar do tempo, a Rena apercebe-se que quem está a ajudar os judeus acaba por ser maltratado e morto. Sendo assim, ela decide voluntariar-se para um campo de trabalho. Por causa desta decisão precipitada, ela é uma das primeiras judias a chegar a Auschwitz. No dia 25 de março de 1942, ela e mais 997 jovens são as primeiras mulheres a entrar num comboio rumo a Auschwitz. Ao chegar lá, ela apercebe-se que não é um campo de trabalho, mas sim, um campo de escravidão e morte. Passado uns dias a sua irmã Danka também chega a Auschwitz. E aqui, a Rena toma a atitude de proteger a sua irmã. Rena sobrevive em prol da sobrevivência da irmã. Ela ganha força, coragem e dedicação, só porque tem de garantir que a irmã sobreviva. No seu subconsciente prometeu à sua Mamã que iria levar Danka viva para os seus braços. No entanto, Danka não tem a mesma vontade de sobrevivência que Rena, ao ser agredida na fila da sopa, esta deixa de ir buscar a sua porção, acaba por apanhar várias doenças infecciosas. Mas, Rena não desiste. Adorei. Foi um livro que agarrou-me logo nas primeiras páginas. Quando abri o livro apercebi-me que tinha várias fotografias, e eu adoro isso nos livros, sobretudo nos que são verídicos, porque fico com uma perceção mais real de como são as pessoas sobre as quais estou a ler. Outra coisa que também dei grande valor neste livro foi as notas. Estavam muito explícitas, a ajudaram bastante a definir em que tempo da história estávamos. Este livro deixou-me com vontade de saber mais sobre a história de outros personagens. Há um casal que consegue fugir de Auschwitz, e eu gostava de saber como é que eles se conheceram, há um grupo de mulheres que provoca uma explosão e eu gostava de saber como é que elas planearam tudo. Cativante e emocionante.
Tocante
O Aroma dos Livros
Rena fez parte do primeiro transporte de mulheres para o campo de concentração de Auschwitz. Foi, no entanto, das poucas a sobreviver. Sem saber para onde estava a ser levada e o que a esperava, Rena entra naquele que foi o pior desafio de sobrevivência da história. O testemunho que nos passa é duro, cru e crucial para que a memória nunca se esqueça do que outrora acontecera. Enfrentando os mais duros e infinítos dias em diferentes campos de concentração, Rena conta-nos o âmago de tudo o que passou e enfrentou para sobreviver. Assumindo-se como protetora da sua irmã Danka, que também foi levada para o campo, Rena desafia as regras dos nazis, passando pela fome e pelos maus tratos. Porém não era só a irmã que Rena protegia. Rena era um ser humano generoso ao ponto de ajudar e proteger qualquer outra pessoa que necessitasse de auxílio, colocando-se, muitas vezes, na margem do perigo, "na boca do lobo". A fome, a sujidade, as doenças, a agressão, a marcha da morte, as horas sem dormir a que estava sujeita e, ainda assim, sobreviver ditam a capacidade e força de Rena em não perder a vida. Todos os relatos crus que Rena faz em relação às atrocidades nazis são recebidos pelo leitor com um grande aperto no peito. Este livro proporciona ao leitor sentimentos dispares: de alegria, quando Rena supera um desafio; de tristeza, quando Rena descreve situações desumanas. Escusado será dizer que senti uma enorme empatia pela Rena, que me fez envolver na sua história como se fosse minha, sentir calafrios e derramar algumas lágrimas. A escrita do livro, apesar de dura, é simples o que proporciona uma leitura rápida e envolvente.
Relato cru e duro de uma sobrevivente do 1º Transporte de Mulheres
Tita
Este livro é o relato de Rena Kornreich, uma jovem judia polaca, de 21 anos, que em Março de 1942 integrou o grupo das primeiras 998 mulheres que foram transportadas para Auschwitz. Alguns dias depois, junta-se a Rena, a sua irmã mais nova, Danka, e que Rena jurou sempre proteger. Foram poucas as raparigas-mulheres, deste primeiro transporte que sobreviveram e, Rena, partilhou a sua história com o Mundo! Uma luta pela sobrevivência que durou 3 anos e 41 dias! Por muito que leia sobre o Holocausto e Auschwitz, por muito que já "conheça" as atrocidades dos nazis, a verdade, é que cada livro, cada relato das pessoas que sofreram na pele, mexe muito comigo e toca-me profundamente. E este livro não foi excepção! Senti tanta revolta e um sentimento de angustia tão grande. Rena entregou-se, voluntariamente, aos nazis, algum tempo depois de ter fugido para a Eslováquia, para ir trabalhar num campo, o que ela e as outras raparigas não sabiam, era que este seria o primeiro transporte de mulheres para o campo de concentração de Auschwitz. E, nos 3 anos e 41 dias, Rena e Danka, passaram por Auschwitz, por Birkenau, fizeram a marcha da morte, e acabaram em Ravensbrück! Rena é uma jovem que luta para garantir a sobrevivência da sua irmã mas, acima de tudo, tem um enorme amor e um grande sentido de responsabilidade e de ajuda ao próximo, incapaz de prejudicar alguém para benefício próprio. É uma mulher com um coração enorme! Um livro de não-ficção mas escrito quase como ficção, com uma escrita muito fluída. No entanto, não esperem encontrar uma história leve, não, nada disso, não há a suavização dos actos cruéis, da maldade humana. Encontramos é uma história contada de um modo cru e duro da realidade!
A perfeita homenagem!
Liliana Carvalho
Se algum dia me questionarem: "Se me pudesses recomendar apenas um único livro para eu ler sobre Auschwitz, qual recomendarias?" Este... recomendaria ESTE livro. É o relato mais realista, mas íntimo, dos mais arrebatadores que já li, e acreditem... já li MUITOS livros desta parte negra da nossa história. Só quando acabei de ler o livro - que li num ápice - é que parece que finalmente pude respirar... como se tivesse lido tudo com a respiração suspensa. Está aqui um FABULOSO trabalho narrativo, completo, informativo e envolvente, consegue fundir os factos históricos, acontecimentos verídicos, dados comprovados com o sentimento de quem o viveu, até ao mais ínfimo detalhe, uma simbiose perfeita entre as memórias da Rena Kornreich e da autora Heater Macadam, quando pensamos que já lemos tudo sobre determinada temática, lá aparecem factores novos desconhecidos, e mais intensos ainda vindos por quem os viveu... Rana foi uma das 998 mulheres que foram no primeiro comboio com destino a Auschwitz...
Um relato de sobrevivência extraordinário!
Sandra Cavaleiro
"As irmãs de Auschwitz" traz-nos o relato de Rena Kornreich Gelissen, uma judia polaca que cresceu em Tylicz juntamente com os seus pais e as suas três irmãs. Durante a invasão nazi daquele país, Rena acabou por fugir para as Eslováquia. Para proteger a família que a escondia, entregou-se às autoridades nazis e integrou o primeiro transporte de mulheres para o campo de concentração de Auschwitz a 26 de março de 1942. Foi-lhe tatuado o número 1716, sendo ela a 716a mulher daquele transporte. Três dias depois, a sua irmã Danka juntou-se-lhe e este livro relata a sua sobrevivência neste campo até ao final da guerra. Ambas fizeram a marcha da morte, em janeiro de 1945, entre Auschwitz e Ravensbrück. Diz Rena que "I love, because there is not enough room in my heart to hate. To hate is to let Hitler win."'. Ao longo de todo o livro, é isso mesmo que vemos nas diferentes ações de Rena e que muito contribuíram para que sobrevivesse: o amor e o dar ao próximo, mesmo num momento em que quase nada se tinha, é de um altruísmo de louvar mas, ao mesmo tempo, assustador. Este livro traz-nos um relato de mais uma sobrevivente de um campo de concentração nazi. Não há romantização do horror, não há um pincel cor-de-rosa a tornar os acontecimentos menos dramáticos. Existe alguém que nos fala na primeira pessoa. Que nos mostra a crueza dos factos. Que nos mostra o ponto a que pode chegar a crueldade do ser humano mas, também, o quanto se pode dar ao próximo quando não se tem. Por isso, acho que é essencial que se continue a ler sobre este tema. Que se continue a ouvir os relatos de sobreviventes que nos mostram que nada disto se pode voltar a repetir. E que, acima de tudo, vale a pena continuar a acreditar no ser humano. Mais uma leitura que fiz para o projecto Ler é respeitar a história.
Muito bom
Inês - Livros e Papel
Gostei muito desta história, é um assunto muito emotivo para mim, não é nada fácil de ler. Mas é a nossa história, ela tem de ser preservada e contada. Uma história de sofrimento, dor, resiliência e de amor ao próximo que recomendo a sua leitura
Comovente
Madalena Azevedo
Um hino à luta pela sobrevivência no inferno de Auschwitz. Coragem e resiliência no meio do infortúnio!
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