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As Irmãs de Auschwitz

Uma história real de amor e coragem

de Rena Kornreich Gelissen e Heather Dune Macadam
Editor: Alma dos Livros, setembro de 2020 ‧
19,45€
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No dia 25 de março de 1942 às 8h00 da manhã, Rena Kornreich e 997 outras jovens mulheres foram forçadas a entrar num comboio, em Poprad, na Eslováquia, naquele que ficaria para a história como o primeiro transporte em massa de judeus para Auschwitz. Alguns dias depois, já no campo de concentração, Rena reuniu-se com a sua irmã Danka, dando início a uma história de amor e coragem, que duraria três anos e quarenta e um dias. Nenhuma outra sobrevivente desse primeiro transporte escreveu sobre a sua experiência (poucas sobreviveram). Talvez por isso este livro tenha o destaque merecido entre outros relatos da época, não só pelo longo período de tempo que as duas irmãs permaneceram em Auschwitz, mas também pelo espírito de amor que as fez sobreviver.

Cada dia se tornava uma luta para cumprir a promessa deixada à mãe quando a família fora forçada a separar-se - cuidar da irmã. Do contrabando de pão até à vida no limiar da existência, esta é uma obra arrebatadora sobre as fugazes conexões humanas, que determinaram e tornaram possível a sobrevivência. É uma história sobre os laços entre mães, filhas e irmãs. Uma obra que nos relembra que a humanidade e a esperança são capazes de sobreviver à desumanidade mais extrema.

«Um livro extraordinário repleto de generosidade. O leitor não se esquecerá tão facilmente de Rena e da sua irmã Danka. Inspiradora e comovente, esta é uma obra que deve viver muito além das mulheres maravilhosas que a inspiraram.»
Alex Fuller

«Um testemunho memorável.»
Martin Gilbert

«O sentimento avassalador ao terminar é um triunfo: é possível encontrar abnegação e humanidade entre pessoas que viveram num dos lugares mais horríveis da história.»
Los Angeles Times Book Review

«Uma história incrível contada por uma das sobreviventes de Auschwitz... O número gravado no seu braço era tão baixo que os guardas quando o viam não acreditavam que alguém tivesse resistido tanto tempo.»
Kirkus Reviews

As Irmãs de Auschwitz

Uma história real de amor e coragem

de Rena Kornreich Gelissen e Heather Dune Macadam

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898999627
Editor: Alma dos Livros
Data de Lançamento: setembro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 239 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789898999627

Fantástico

Flávia Lourenço

É um livro apaixonante, daqueles que dá vontade de ler sem parar. Adorei o livro, e recomendo muito que o leiam.

Apaixonante

Fernanda Silva

É um livro apaixonante, daqueles que dá vontade de ler sem parar. Gosto imenso de saber histórias do Holocausto e tudo porque passaram os judeus que não podem ser esquecidas.

Que história!

Booksofana

Esta é uma história extremamente emotiva, que nos mostra o que é o amor entre duas irmãs. Rena, por ser a mais velha, cuida da irmã ao longo dos anos que passam em Auschwitz, muitas vezes se arriscando por ela. Adorei o livro, e recomendo muito que o leiam.

Cativante e emocionante

Paula Couto

Neste livro eu ganhei uma empatia muito grande com a personagem principal, a Rena. Simplesmente adorei-a. Inicialmente, conhecemos uma menina muito inocente e dedicada à família. Contudo, como um nazi a estava a assediar, a família decide que ela deve ir para a casa de outros familiares esconder-se. Mas, com o passar do tempo, a Rena apercebe-se que quem está a ajudar os judeus acaba por ser maltratado e morto. Sendo assim, ela decide voluntariar-se para um campo de trabalho. Por causa desta decisão precipitada, ela é uma das primeiras judias a chegar a Auschwitz. No dia 25 de março de 1942, ela e mais 997 jovens são as primeiras mulheres a entrar num comboio rumo a Auschwitz. Ao chegar lá, ela apercebe-se que não é um campo de trabalho, mas sim, um campo de escravidão e morte. Passado uns dias a sua irmã Danka também chega a Auschwitz. E aqui, a Rena toma a atitude de proteger a sua irmã. Rena sobrevive em prol da sobrevivência da irmã. Ela ganha força, coragem e dedicação, só porque tem de garantir que a irmã sobreviva. No seu subconsciente prometeu à sua Mamã que iria levar Danka viva para os seus braços. No entanto, Danka não tem a mesma vontade de sobrevivência que Rena, ao ser agredida na fila da sopa, esta deixa de ir buscar a sua porção, acaba por apanhar várias doenças infecciosas. Mas, Rena não desiste. Adorei. Foi um livro que agarrou-me logo nas primeiras páginas. Quando abri o livro apercebi-me que tinha várias fotografias, e eu adoro isso nos livros, sobretudo nos que são verídicos, porque fico com uma perceção mais real de como são as pessoas sobre as quais estou a ler. Outra coisa que também dei grande valor neste livro foi as notas. Estavam muito explícitas, a ajudaram bastante a definir em que tempo da história estávamos. Este livro deixou-me com vontade de saber mais sobre a história de outros personagens. Há um casal que consegue fugir de Auschwitz, e eu gostava de saber como é que eles se conheceram, há um grupo de mulheres que provoca uma explosão e eu gostava de saber como é que elas planearam tudo. Cativante e emocionante.

Tocante

O Aroma dos Livros

Rena fez parte do primeiro transporte de mulheres para o campo de concentração de Auschwitz. Foi, no entanto, das poucas a sobreviver. Sem saber para onde estava a ser levada e o que a esperava, Rena entra naquele que foi o pior desafio de sobrevivência da história. O testemunho que nos passa é duro, cru e crucial para que a memória nunca se esqueça do que outrora acontecera. Enfrentando os mais duros e infinítos dias em diferentes campos de concentração, Rena conta-nos o âmago de tudo o que passou e enfrentou para sobreviver. Assumindo-se como protetora da sua irmã Danka, que também foi levada para o campo, Rena desafia as regras dos nazis, passando pela fome e pelos maus tratos. Porém não era só a irmã que Rena protegia. Rena era um ser humano generoso ao ponto de ajudar e proteger qualquer outra pessoa que necessitasse de auxílio, colocando-se, muitas vezes, na margem do perigo, "na boca do lobo". A fome, a sujidade, as doenças, a agressão, a marcha da morte, as horas sem dormir a que estava sujeita e, ainda assim, sobreviver ditam a capacidade e força de Rena em não perder a vida. Todos os relatos crus que Rena faz em relação às atrocidades nazis são recebidos pelo leitor com um grande aperto no peito. Este livro proporciona ao leitor sentimentos dispares: de alegria, quando Rena supera um desafio; de tristeza, quando Rena descreve situações desumanas. Escusado será dizer que senti uma enorme empatia pela Rena, que me fez envolver na sua história como se fosse minha, sentir calafrios e derramar algumas lágrimas. A escrita do livro, apesar de dura, é simples o que proporciona uma leitura rápida e envolvente.

Relato cru e duro de uma sobrevivente do 1º Transporte de Mulheres

Tita

Este livro é o relato de Rena Kornreich, uma jovem judia polaca, de 21 anos, que em Março de 1942 integrou o grupo das primeiras 998 mulheres que foram transportadas para Auschwitz. Alguns dias depois, junta-se a Rena, a sua irmã mais nova, Danka, e que Rena jurou sempre proteger. Foram poucas as raparigas-mulheres, deste primeiro transporte que sobreviveram e, Rena, partilhou a sua história com o Mundo! Uma luta pela sobrevivência que durou 3 anos e 41 dias! Por muito que leia sobre o Holocausto e Auschwitz, por muito que já "conheça" as atrocidades dos nazis, a verdade, é que cada livro, cada relato das pessoas que sofreram na pele, mexe muito comigo e toca-me profundamente. E este livro não foi excepção! Senti tanta revolta e um sentimento de angustia tão grande. Rena entregou-se, voluntariamente, aos nazis, algum tempo depois de ter fugido para a Eslováquia, para ir trabalhar num campo, o que ela e as outras raparigas não sabiam, era que este seria o primeiro transporte de mulheres para o campo de concentração de Auschwitz. E, nos 3 anos e 41 dias, Rena e Danka, passaram por Auschwitz, por Birkenau, fizeram a marcha da morte, e acabaram em Ravensbrück! Rena é uma jovem que luta para garantir a sobrevivência da sua irmã mas, acima de tudo, tem um enorme amor e um grande sentido de responsabilidade e de ajuda ao próximo, incapaz de prejudicar alguém para benefício próprio. É uma mulher com um coração enorme! Um livro de não-ficção mas escrito quase como ficção, com uma escrita muito fluída. No entanto, não esperem encontrar uma história leve, não, nada disso, não há a suavização dos actos cruéis, da maldade humana. Encontramos é uma história contada de um modo cru e duro da realidade!

A perfeita homenagem!

Liliana Carvalho

Se algum dia me questionarem: "Se me pudesses recomendar apenas um único livro para eu ler sobre Auschwitz, qual recomendarias?" Este... recomendaria ESTE livro. É o relato mais realista, mas íntimo, dos mais arrebatadores que já li, e acreditem... já li MUITOS livros desta parte negra da nossa história. Só quando acabei de ler o livro - que li num ápice - é que parece que finalmente pude respirar... como se tivesse lido tudo com a respiração suspensa. Está aqui um FABULOSO trabalho narrativo, completo, informativo e envolvente, consegue fundir os factos históricos, acontecimentos verídicos, dados comprovados com o sentimento de quem o viveu, até ao mais ínfimo detalhe, uma simbiose perfeita entre as memórias da Rena Kornreich e da autora Heater Macadam, quando pensamos que já lemos tudo sobre determinada temática, lá aparecem factores novos desconhecidos, e mais intensos ainda vindos por quem os viveu... Rana foi uma das 998 mulheres que foram no primeiro comboio com destino a Auschwitz...

Um relato de sobrevivência extraordinário!

Sandra Cavaleiro

"As irmãs de Auschwitz" traz-nos o relato de Rena Kornreich Gelissen, uma judia polaca que cresceu em Tylicz juntamente com os seus pais e as suas três irmãs. Durante a invasão nazi daquele país, Rena acabou por fugir para as Eslováquia. Para proteger a família que a escondia, entregou-se às autoridades nazis e integrou o primeiro transporte de mulheres para o campo de concentração de Auschwitz a 26 de março de 1942. Foi-lhe tatuado o número 1716, sendo ela a 716a mulher daquele transporte. Três dias depois, a sua irmã Danka juntou-se-lhe e este livro relata a sua sobrevivência neste campo até ao final da guerra. Ambas fizeram a marcha da morte, em janeiro de 1945, entre Auschwitz e Ravensbrück. Diz Rena que "I love, because there is not enough room in my heart to hate. To hate is to let Hitler win."'. Ao longo de todo o livro, é isso mesmo que vemos nas diferentes ações de Rena e que muito contribuíram para que sobrevivesse: o amor e o dar ao próximo, mesmo num momento em que quase nada se tinha, é de um altruísmo de louvar mas, ao mesmo tempo, assustador. Este livro traz-nos um relato de mais uma sobrevivente de um campo de concentração nazi. Não há romantização do horror, não há um pincel cor-de-rosa a tornar os acontecimentos menos dramáticos. Existe alguém que nos fala na primeira pessoa. Que nos mostra a crueza dos factos. Que nos mostra o ponto a que pode chegar a crueldade do ser humano mas, também, o quanto se pode dar ao próximo quando não se tem. Por isso, acho que é essencial que se continue a ler sobre este tema. Que se continue a ouvir os relatos de sobreviventes que nos mostram que nada disto se pode voltar a repetir. E que, acima de tudo, vale a pena continuar a acreditar no ser humano. Mais uma leitura que fiz para o projecto Ler é respeitar a história.

Muito bom

Inês - Livros e Papel

Gostei muito desta história, é um assunto muito emotivo para mim, não é nada fácil de ler. Mas é a nossa história, ela tem de ser preservada e contada. Uma história de sofrimento, dor, resiliência e de amor ao próximo que recomendo a sua leitura

Comovente

Madalena Azevedo

Um hino à luta pela sobrevivência no inferno de Auschwitz. Coragem e resiliência no meio do infortúnio!

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