As Duas Faces de Salazar
A ambiguidade da figura mais controversa do século XX em Portugal
SINOPSE
Mas, afinal, que país deixou Salazar? Os portugueses dividem-se: enquanto uns estão cheios de certezas, outros enchem-se de dúvidas. Entre mitos que perduram e factos incontestáveis, Rui Carvalheira apresenta neste livro um retrato completo e abrangente da figura mais controversa do século XX português. As conclusões, essas, são do leitor.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897245978 |
| Editor: | Clube do Autor |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 155 x 234 x 22 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 336 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789897245978 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Interessante
José Duarte
Livro específico, com leitura fácil e capaz de transmitir ao leitor cada aspecto da vida no tempo de Salazar
As Duas Faces de Salazar
Rui Pinto
Antes de um comentário ao livro em si, uma nota para o autor. Tenho lido vários livros sobre o tema “Salazar” e tenho que reconhecer que este se distinguiu dos restantes, pelo modo como os assuntos vão sendo abordados ao longo da obra – parabéns. Quanto à essência do que nos é descrito, no final, fiquei a pensar que poderia comparar Salazar, a uma moeda: ambos com duas faces. No caso da moeda, se se tratar de 1 euro e se a voltear no ar, a face que ficar virada para cima, seja ela qual for, será sempre 1 euro. E Salazar, por mais voltas que tivesse dado, foi sempre Salazar também. Fez coisas boas, outras menos boas. Afora os presos por ideologias políticas, que reconheço não ter sido benevolente, os prevaricadores eram bem castigados e havia segurança. Na atualidade, deixou-se de castigar os prevaricadores, para serem estes a impor as suas leis aos que não prevaricam. Nasci quando terminou a Segunda Guerra Mundial. Nunca senti no período salazarista falta de trabalho, oportunidade de estudar e fundamentalmente sentia segurança. Daqui por mais um século ou dois, Salazar, ao ritmo que as coisas ocorrem na nossa sociedade, ainda voltará a ser lembrado, para não utilizar o termo desejado. Mas aí já passariam a ser dois os desejados. Gostei muito do trabalho do autor e mais uma vez, parabéns*
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