As Crónicas da Margarida

de Margarida Rebelo Pinto
Editor: Oficina do Livro, abril de 2000 ‧
Do humor desconcertante e certeiro às confissões intimistas, cuja sinceridade comove e nos faz viajar pelas palavras, este livro reúne uma selecção de crónicas escolhidas pela autora dos best-sellers «Sei Lá» e «Não Há Coincidências». Um relato tocante de uma forma única de ver o mundo, para saborear, linha a linha.

As Crónicas da Margarida

de Margarida Rebelo Pinto

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728579166
Editor: Oficina do Livro
Data de Lançamento: abril de 2000
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 229 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789728579166
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

5*

Raquel de Sousa Sá Bento

Adoro a Margarida.... adoro os seus livros e este também não é excepção =) é fantástico como nos identificamos com aquilo que ela escreve. aconselho ;)

É a vida!!!

Claudia Silveira

adorei...adorei e adorei....!!!o modo como a margarida rebelo pinto expressa para o papel aquilo que todos vivemos mas nem sempre damos por isso!

Um livro Mágico...

Sandrina Antunes

Adorei este livro pela magia, os tons, os sons, as memórias, as mágoas, as alegrias, as vivências múltiplas de cada um de nós, seres desconhecidos onde nos revemos como que olhando para um espelho, límpido e transparente como a água de uma corrente. Este livro retrata simplesmente a vida, com tudo aquilo que tem de bom e de mau, de perverso de de jovial. É simplesmente um livro onde gosto mergulhar vezes sem conta para reencontrar experiênicas já vividas com excepção da de ser mãe. Obrigada Maragarida por partilhar comigo aquilo que muitos temem confessar ou nunca experimentaram... Sandrina Antunes de Braga

SOBRE O AUTOR

Margarida Rebelo Pinto

Sempre quis ser escritora. Aos oito anos, uma febre reumática obrigou-a a algum isolamento, o que acentuou o seu lado sonhador e romântico, ajudando-a a desenvolver a resiliência necessária para abraçar o caminho solitário da escrita.
Estreou-se na imprensa aos 22 anos, no lendário Independente, como cronista, um dos seus géneros de eleição. Ao longo das últimas três décadas, tem mantido uma presença regular na imprensa escrita e na televisão, enquanto cronista, ficcionista e comentadora. Nunca se cansa de escrever e de falar sobre relações, amor e sexo.
Tinha 33 anos quando lançou Sei Lá, um enorme sucesso que deu origem a um filme com o mesmo nome. A sua obra literária inclui trinta livros publicados, nos quais explora o género epistolar, a literatura infantil, o romance histórico e o romance urbano contemporâneo. Vários dos seus livros foram traduzidos, conquistando leitores na Europa, no Brasil e restante América Latina. Escreve todas as manhãs, exceto aos fins-de-semana. Nos intervalos da vida, dedica-se à poesia, que partilha nas redes sociais.

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