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As Coisas

Uma história dos anos 60

de Georges Perec
Editor: Antígona, fevereiro de 2025 ‧
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EM STOCK -
Sylvie e Jérôme, um jovem casal que trabalha para agências de publicidade, vivem, ironicamente, obcecados em adquirir coisas, os objectos de um desejo engendrado pela sociedade que servem. A frustração surge quando a felicidade que lhes acena nos jornais e nas montras parisienses choca cruelmente com as exigências da vida real.

As Coisas (1965), romance de estreia de Georges Perec, retrata o consumismo em que estaremos atolados até ao fim dos tempos.

Prémio Renaudot, 1965

«Um livro que resume uma época, a época em que a Europa se apercebeu de que vivia em pleno a civilização de consumo e a cultura de massas.»
Italo Calvino

As Coisas

Uma história dos anos 60

de Georges Perec

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726084747
Editor: Antígona
Data de Lançamento: fevereiro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 215 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726084747

Ter ou ser, eis a questão...

Maria Sobral Velez

Nesta novela sem intriga, um jovem casal, que nunca é analisado psicologicamente, numa linguagem, propositadamente sem ornamentos linguísticos, é apresentado como vítima de uma sociedade de consumo em que o ter é muito mais importante do que o ser. Será que vale a pena acumular objetos e sucessos? Será que os bens materiais preenchem o vazio existencial? Perec sem fazer juízos de valor, mostra-nos os anos 60 de uma França mergulhada no consumismo como ideal...

SOBRE O AUTOR

Georges Perec

Georges Perec (1936-1982) foi um destacado romancista, cineasta e ensaísta francês. Filho de judeus polacos assassinados por nazis, encontrou na literatura e na psicanálise refrigério para os seus traumas de sobrevivente. Depois de estudos em Sociologia e História na Sorbonne, estreou-se na ficção com As Coisas (1965), e o êxito de A Vida — Modo de Usar (Prémio Médicis, 1978) fê-lo dedicar-se exclusivamente à escrita. Em 1967, passou a integrar o OuLiPo, de Raymond Queneau, grupo dedicado à experimentação e à procura de novas formas literárias. «Personalidade ímpar», segundo Italo Calvino, Georges Perec é um dos escritores mais originais e ecléticos do século XX.

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