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Armènia En Prosa I Vers

de Óssip Mandelstam
idioma: espanhol
Editor: QUADERNS CREMA, outubro de 2011 ‧
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Óssip Mandelstam va visitar Armènia entre els mesos de maig i dÆoctubre de 1930. El viatge li va resultar extraordinàriament fructífer, per tal com allà hi va reprendre lÆescriptura amb força després dÆun període de sequera. Armènia va propiciar la creació dÆuna sèrie dÆobres, tant en prosa com en vers, amb una unitat de concepció i dÆimpuls que avala que avui els presentem en un mateix volum. El lector hi trobarà vuit textos en prosa reunits sota el títol de «Viatge a Armènia» i el cicle poètic de dotze poemes i fragments de tema relacionat. Tant la introducció de Gueorgui Kubatian, escrita per a la nostra edició, com els textos de lÆesposa del poeta, Nadejda Mandelstam, ens ajuden a desentrellar el sentit últim dÆuna obra en què prosa i poe-sia es fonen admirablement.

Armènia En Prosa I Vers

de Óssip Mandelstam

Propriedade Descrição
ISBN: 9788477275183
Editor: QUADERNS CREMA
Data de Lançamento: outubro de 2011
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788477275183

SOBRE O AUTOR

Óssip Mandelstam

Óssip Mandelstam nasceu em Varsóvia, em janeiro de 1891, numa família judaica pequeno-burguesa. Em 1894 a família passou a viver nos arredores de Petersburgo, e depois, em 1897, na própria cidade, onde Mandelstam frequentou a famosa escola de Ténichev. Foi aí que o futuro poeta entrou no mundo da tradição poética russa e da cultura estética nova. Terminado o curso da escola, viajou pela Europa, viveu dois anos em Paris (1907-1908), visitou a Suíça, a Itália e a Alemanha. Em 1913 foi editado o seu primeiro livro de poemas, Pedra, ainda muito influenciado pela tendência dominante simbolista. Em 1911, Mandelstam integrou o novo grupo literário em que entraram, entre outros, os poetas Nikolai Gumiliov, Anna Akhmátova e Serguei Gorodétski. Um ano depois, a nova corrente literária, surgida como uma superação lógica do simbolismo, foi batizada de «acmeísmo». Mandelstam foi uma das muitas vítimas da repressão estalinista. O poeta, que tinha inicialmente um grande entusiasmo pela primeira revolução russa de 1905 e pela atividade política dos socialistas-revolucionários, já não podia compactuar com a doutrina política de um regime que fuzilou Nikolai Gumiliov em 1921. Assim, passou vários anos exilado, cumprindo sentenças por «atividades antissoviéticas e contrarrevolucionárias», acabando por morrer num campo de trânsito nos arredores de Vladivostok em dezembro de 1938.

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