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Ardor Selvagem

de Filomena Cabral

editor: Edições Afrontamento, julho de 2010
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As palavras são a estrutura do mundo a que memórias ardentes conferem autenticidade: a savana, enquanto lugar de eleição, proveniente da arqueologia da existência, é aqui uma fantasmagoria, e só o fenómeno estético torna suportável o vivenciado. A presença do pensamento comum, qual legado no plano do simbólico, unifica a narrativa, ilustrando os princípios de mundivi vência e de poética. Se o primeiro livro da trilogia, A Noite Transfigurada, fora dominado pela crença de que não só os sentimentos criam palavras, mas também as palavras geram sentimentos, remetendo, inequivocamente, para Raul Brandão, dois livros após estabelece-se conotação afortunada com um tempo mental e cultural específico, penoso, todavia. Encare-se Ardor Selvagem, para além de tudo, enquanto prática de perseverança e fidelidade.

Ardor Selvagem

de Filomena Cabral

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723610895
Editor: Edições Afrontamento
Data de Lançamento: julho de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 231 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 148
Tipo de produto: Livro
Coleção: Fixões
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789723610895
Filomena Cabral

Nasceu no Porto.
Poeta, ficcionista e jornalista, tem participado em diversas Bienais Internacionais do Livro (S. Paulo, Rio de Janeiro) e na Feira Internacional de Cultura de Brasília; em Congressos de Língua e Literatura Portuguesas, organizados por universidades estaduais e federais (Universidade de S. Paulo - USP, Universidade Estadual de S. Paulo - UNESP, Pontifícias Universidades Católicas de S. Paulo e Rio de Janeiro - PUC, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Universidade de Campinas - UNICAMP e Universidade Fedral de Pernambuco, Olinda). Participou ainda no I Congresso de Literaturas Lusófonas e Simpósio Internacional Mulher e Cultura (Santiago de Compostela), nos Encontros Internacionais de Poesia em Strugga (Macedónia) e Yverdon (Suíça) e no I Congresso de Literaturas Americanas, no Rio de Janeiro. Foi convidada pela Secretaria de Estado da Educação de S. Paulo para as Comemorações dos 500 Anos da Descoberta do Brasil, onde integra a Academia Lusíada de Ciências, Letras e Artes.
No "Memorial da América Latina", recebeu o Prémio Especial de Literatura Portuguesa, da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA), em S. Paulo, e o Diploma de Mérito Cultural, pela Câmara Brasileira do Livro (Brasília). Nos EUA, foi considerada Woman of the Year, em 2001, e World Citizen, em 2002, pelo American Biographical and Research Institute; em 2003, foi-lhe atribuído o International Peace Prize, por The United Cultural Convention of the USA (Organização Internacional e Multicultural).

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