Ardente Texto Joshua

de Maria Gabriela Llansol
Editor: Relógio D'Água, abril de 1998 ‧
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ARDENTE TEXTO JOSHUA: uma explicitação possível ______________ A primeira história conta que, desde sempre, Teresa Martin quis entrar no Carmelo de Lisieux. Que, aos quinze anos, de facto, entrou, e aí morrerá aos vinte e quatro anos, de tuberculose. É a primeira história — a súmula biográfica. A segunda história chamou-lhe Teresinha do Menino Jesus, colocou-lhe um ramo de rosas nas mãos, uma coroa de rosas na cabeça, canonizou-a e, há meses, fez dela Doutora da Igreja — a terceira, depois de Catarina de Sena e de Teresa de Ávila. Esta é a história institucional, a grande, e a sua súmula heróica. A terceira história contou-a ela. Em vários poemas, peças de teatro conventuais e textos autobiográficos. Sobretudo no manuscrito C, como é conhecido. (…) Este livro é a quarta história. Conhece a biografia, e passa adiante. Sabe da heroína, e não lhe interessa. Admira a crente sem desposar o seu movimento. Confronta a arte de viver da amorosa com a exigência da ressurreição dos corpos, última e definitiva aspiração do texto ardente. Subjacente ao Deus sive natura que o move, o texto afirma que há um Amor sive legens para o entender. O percurso de um corpo como súmula da sua potência de agir. Maria Gabriela Llansol

Ardente Texto Joshua

de Maria Gabriela Llansol

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727085002
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: abril de 1998
Idioma: Português
Dimensões: 138 x 209 x 9 mm
Páginas: 150
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789727085002
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Ardente

Maria Teresa Meireles

Uma reinvenção da figura de Santa Teresa numa linguagem-contexto do universo muito próprio criado e recriado a cada livro por Maria Gabriela Llansol (neste livro, o texto não atinge a qualidade de outros textos seus).

SOBRE O AUTOR

Maria Gabriela Llansol

Maria Gabriela Llansol nasceu em Lisboa em 1931. É apontada por muitos como um dos nomes mais inovadores e importantes da ficção portuguesa contemporânea. Levando às últimas consequências a criação de um universo pessoal que desde os anos 60 não tem paralelo na literatura portuguesa, a obra de Maria Gabriela Llansol estilhaça as fronteiras entre o que designamos por ficção, diário, poesia, ensaio ou memórias. Faleceu em 2008.

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