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Apelos do Passado

Recordações da pesca do bacalhau

de Valdemar Aveiro
Editor: Âncora Editora, fevereiro de 2020 ‧
11,00€
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«Nesta viagem, em que a Terra materializa o nascer para a vida e o imenso Oceano o ruído do silêncio, os valores do Capitão Valdemar Aveiro, com a experiência que os seus cabelos brancos relevam, têm um elemento constante, que se lê nas palavras que escreve e nos espaços entre essas mesmas palavras: o encantamento da família, a sua e a dos seus homens, um mundo presente mas ausente pela distância, saudade e solidão. Não conheço as artes das pescas nem da navegação, distancio-me uma geração do Capitão Valdemar Aveiro, não tenho a experiência desta vida difícil dos valentes homens do mar e da Pesca do Bacalhau, mas fico fascinado com a realidade da vida feita um conto, pela sua veracidade e por perceber que forjava homens de valores e convicções solidamente únicas.»

Victor Rodrigues, do Prefácio

Apelos do Passado

Recordações da pesca do bacalhau

de Valdemar Aveiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727807147
Editor: Âncora Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 249 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 98
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789727807147

SOBRE O AUTOR

Valdemar Aveiro

Valdemar Aveiro nasceu em dezembro de 1934, em Ílhavo, no seio de uma família de pescadores.
Terminada a instrução primária, começou a trabalhar como aprendiz de barbeiro, passados 10 meses empregou-se numa oficina de serralharia civil e, mais tarde, na construção civil.
Aos 15 anos concorreu à Escola Profissional de Pesca, ganhou uma bolsa de estudo que lhe deu acesso ao liceu e, posteriormente, à Escola Náutica, onde concluiu o Curso de Pilotagem.
Entretanto, embarcou como moço a bordo do lugre-motor Viriato para fazer uma viagem à pesca do bacalhau no sentido de suportar as despesas da sua formação.
Em 1957 embarcou como praticante de piloto no navio Santa Mafalda, da Empresa de Pesca de Aveiro, sendo promovido no ano seguinte a piloto, a bordo do mesmo navio, e em 1960 passou a oficial imediato do navio Santa Joana.
Emigrou para o Canadá, em abril de 1964, na persecução de se licenciar em Medicina, um sonho que não logrou cumprir, tendo regressado a Portugal no ano seguinte.
Em 1966 embarcou no navio São Gonçalinho e no ano seguinte passou para um navio moderno, Santa Isabel, comandado pelo capitão David Calão.
Assumiu, em 1970, o comando do mais velho arrastão português, Santa Joana, e, dois anos depois, foi convidado para comandar o navio Coimbra, então em construção nos Estaleiros de S. Jacinto, tendo-se retirado por doença em 1988.
Depois de recuperado, foi convidado a colaborar com a administração da Empresa de Pescas S. Jacinto, SA, sendo, desde 1991, membro do seu conselho de administração.

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