Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica

de Natália Correia

editor: Antígona, abril de 1999
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33 anos depois da primeira edição, publicada pela editora Afrodite, de Fernando Ribeiro de Mello, de imediato apreendida pela PIDE, tendo a sua organizadora, o editor, e muitos dos poetas vivos antologiados ido a julgamento e sido condenados, está finalmente disponível ao público a Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica, agora numa edição conjunta das editoras Antígona e Frenesí, que comemoram 20 anos de edição. Sem teias nem peias, desde os poetas medievais, ao Abade de Jazente, Filinto Elísio, Tolentino, Camões, Antero, Gomes Leal, Cesário, Nobre, Pessoa, Sá-Carneiro, Sena, Eugénio de Andrade, Cesariny, Herberto Helder. Como escrevia David Mourão Ferreira: "Não ter medo das palavras e não recear as realidades que elas exprimem, é, sobretudo, evitar o trânsito pelo consultório do psiquiatra. Os maiores dos nossos poetas conheceram, desde sempre, essa forma terapêutica." A partir de agora, os leitores portugueses também podem aceder-lhe.

Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica

de Natália Correia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726081104
Editor: Antígona
Data de Lançamento: abril de 1999
Idioma: Português
Dimensões: 131 x 192 x 37 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 496
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789726081104
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Encomenda

Olena Lourenço

Antologia de poesia Portuguesa Erótica e Satírica Natalia Correia

Natália Correia

Natália Correia nasceu na Fajã de Baixo, São Miguel, Açores, a 13 de setembro de 1923. Poetisa, ficcionista, contista, dramaturga, ensaísta, editora, jornalista, cooperativista, deputada à Assembleia da República (primeiro pelo PSD, depois como independente pelo PRD), foi uma das vozes mais proeminentes da literatura e da cultura portuguesas na segunda metade do século xx, tendo resistido energicamente ao Estado Novo e aos radicalismos do pós-25 de Abril. Ecuménica e eclética, filantropa e idealista, anteviu um novo tempo, que garantisse a paz, a dignidade humana, a justiça social e o direito à diferença como raízes indeléveis da democracia. Morreu em Lisboa, a 16 de março de 1993.

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