10% de desconto

Antologia Brutalista

de Ricardo Rao
Editor: Editora Guerra & Paz, junho de 2026 ‧
18,00€
16,20€
10% DESCONTO IMEDIATO
portes grátis
Antologia Brutalista é um livro composto por cinco blocos temáticos: O código penal comentado (contos policiais ambientados no submundo das metrópoles brasileiras), Uma sociedade livre, justa e solidária (episódios da guerra social brasileira), Páthos (relatos centrados no fenómeno amoroso), Farsa depois tragédia (contos de matriz histórica) e Metempsicose (narrativas de horror sobrenatural).

Para a escola literária à qual adere o autor - o Brutalismo, um aprofundamento radical do Naturalismo Oitocentista -, os modos de organização social e de produção material vigentes nas sociedades ocidentais são essencialmente criminosos e predatórios: o capitalismo nada mais é senão um canibalismo metafórico que condena os indivíduos que vivem sob o seu tacão a práticas antropofágicas que nem sempre se concretizarão de forma meramente alegórica, como se vê no conto A doadora e no seu desdobramento.

Mas nem tudo é dor na vida, Satanás não vence sempre: o leitor não deixará de encontrar, neste meio centenar de narrativas primorosas, algumas boas doses de humor, de poesia, de amor e de entrega sinceros, de triunfos verossímeis do ideal de justiça. Talvez esta seja a mensagem mais relevante da obra: nossos tempos são duros e soturnos, mas não precisam ser e nem serão duros e soturnos para sempre.

Antologia Brutalista

de Ricardo Rao

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895764242
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: junho de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 232 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 344
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789895764242

SOBRE O AUTOR

Ricardo Rao

Ricardo Rao foi, ao longo da sua vida, advogado, jornalista, professor de Literatura, poeta, escritor e funcionário público. Após ler e sofrer com o Ensaio Sobre a Cegueira, transferiu-se com mulher e filhos para as Ilhas Canárias, onde se encontrou com o Nobel e deu início a uma tese de doutoramento sobre a obra saramaguiana. De retorno ao Brasil em 2006, após um divórcio traumático, Rao mergulhou na maior aventura existencial da sua vida, tornando-se oficial da agência estatal de proteção aos índios, com quem viveu dez anos. Em 2019, com metade da sua equipa morta a tiro e com a cabeça posta a prémio pela camorra de policiais corruptos que protegem os invasores das indígenas, exilou-se na Noruega.

(ver mais)