Angola

Antes e depois do adeus

de Carlos Tendinha Martins
Editor: Apeiron Edições, Janeiro de 2016 ‧
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Nasci em Moçâmedes, cidade fundada a 4 de Agosto de 1849 que manteve o nome durante 126 anos. Após a independência, em 1975, passou a chamar-se Namibe, correspondendo ao deserto mais pequeno do mundo. Muito cedo comecei a conhecer o pequeno deserto. Tornei-me num apaixonado de tanto fascínio, rendi-me a tantos e tão maravilhosos encantos no deserto ardente do nosso Namibe. Na ansiedade de conhecê-lo de Norte a Sul e de Este a Oeste, nunca dei conta dos sacrifícios que me esperavam, mas foi todo este sacrifício que me encheu de forças para ver, viver, conhecer terras e suas etnias. Assim, não podia deixar de partilhar com os meus compatrícios e amigos, que ainda tenho na Província do Namibe, esta felicidade que sinto em poder passar para um livro o quanto contribuí, também, para fazer da Província do Namibe uma terra em que possamos viver com saúde e em PAZ DE DEUS. Um abraço para todos Vós. Muitos Kandandos. Carlos Tendinha Martins

Angola

Antes e depois do adeus

de Carlos Tendinha Martins

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898447616
Editor: Apeiron Edições
Data de Lançamento: Janeiro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 231 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 334
Tipo de produto: Livro
Coleção: Mandala
Classificação Temática: Livros em Português > História > História da África
EAN: 9789898447616

SOBRE O AUTOR

Carlos Tendinha Martins

Nasceu em Moçâmedes em 1928, onde também nasceu sua mãe, assim como toda a família Tendinha. Pertence a uma segunda geração, nascida em Angola, no distrito de Moçâmedes.
Iniciou os seus estudos em Moçâmedes, acabando o 5° ano na Escola de Pesca de Moçâmedes, cognominada ESCOLA BARÃO DE MOÇÂMEDES. Estudou na escola Comercial e Industrial de Pesca, onde se lecionavam todas as disciplinas básicas, incluindo o Inglês e o Francês.
Em 1944 vai para Porto Alexandre, onde seu pai explorava uma indústria que tinha como suporte diversas artes de pesca para captura de pescado. Aí foi integrado no sentido de tomar os conhecimentos necessários sobre como funcionavam as capturas das referidas artes e a condução do pescado para a transformação na fábrica de conservas enlatadas.
Em 1952, devido ao seu estado de saúde apanha um avião "Dakota" para Lisboa e um ano depois regressa recuperado a Moçâmedes.
Entretanto, seu pai já tinha iniciado uma nova indústria no deserto do Namibe: a exploração de peles de karakul. Após a sua chegada de Lisboa, assume a responsabilidade dessa exploração.
Após o 25 de Abril de 1974 foi forçado a abandonar Angola e vir para Portugal.

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