Anedotas do Bocage

Edição refundida e ampliada (7ª edição)

de Bocage

editor: Nova Vega, dezembro de 2007
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É bem conhecido o carácter irreverente de Bocage. Com efeito, da sua pena contundente saíram sátiras impiedosas, críticas ao modelo de sociedade, ao governo, aos poderosos de uma maneira geral. O novo--riquismo, a mediocridade, as convenções sociais, o clero, os médicos, os avarentos e os literatos, entre outros, também foram objecto da sua observação rigorosa e da sua crítica corrosiva. Este livro é um repositório de todas as anedotas, epigramas, pensa-mentos e improvisos que lhe são atribuídos.

Anedotas do Bocage

Edição refundida e ampliada (7ª edição)

de Bocage

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726997405
Editor: Nova Vega
Data de Lançamento: dezembro de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 135 x 205 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Coleção: Almanaque
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Humor
EAN: 9789726997405
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Anedotas do Bocage

VLPM

A menção a Bocage no anedotário nacional, em particular na tradição oral do Norte do país é ainda hoje recorrente, em especial entre os que viveram nos tempos do Portugal da ditadura. Este livro recolhe textos anedóticos e improvisos de situação, atribuídos a Bocage. Ainda que, para o bocagiano Daniel Pires, fosse Bocage um «irreverente e usava muito a ironia, mas não criava anedotas", este livro não perde em nada o seu interesse e qualidade.

Bocage

Manuel Maria Barbosa du Bocage, o mais completo poeta do nosso século XVIII, nasceu em Setúbal em 1765 e faleceu em Lisboa em 1805. Aos 16 anos assentou praça na Infantaria de Setúbal, mas em 1783 alista-se na Academia Real da Marinha. Em Lisboa, participa na vida boémia e literária e começa a ganhar fama a sua veia de poeta satírico. Em 1786 embarca para a Índia, chegando a ser promovido a tenente; em 1789 aventura-se a ir a Macau e neste ano regressa a Portugal. Em 1791 publica o primeiro volume de Rimas e integra-se na Nova Arcádia (ou Academia de Belas Letras), onde recebe o nome de Elmano Sadino. Mas Bocage, pela sua instabilidade e irreverência, não se adaptou ao convencionalismo arcádico e abre conflitos com os seus confrades. Em 1797 é acusado de "herético perigoso e dissoluto de costumes"; e, como era conhecida a sua simpatia pela Revolução Francesa, é preso e condenado pela Inquisição. Quando sai da reclusão, conformista e gasto, vê-se obrigado a viver da escrita (sobretudo de traduções). Recebeu o auxílio de alguns amigos mas acabará por morrer doente e na miséria.
Se formalmente a poesia bocagiana ainda é neoclássica, se nalgum vocabulário e nos processos de natureza alegórica ainda se sente a herança clássica, concretamente a camoniana, pelo temperamento, por grande parte dos temas (como o ciúme, a noite, a morte, o egotismo, a liberdade, o amor - muitas vezes manifestado por uma expressão erotizante) e pela insistência nalgumas imagens e verbos que denunciam uma vivência limite, pode bem dizer-se que uma parte significativa da produção poética de Bocage é já marcadamente pré-romântica, anunciando assim a nova época que se aproxima. Apesar de a sua poesia ser contraditória, irregular, e de os seus versos revelarem concessões artisticamente duvidosas, Bocage é considerado, com justeza, um dos maiores sonetistas portugueses.
As obras de Bocage encontram-se editadas atualmente nas antologias: "Opera Omnia", "Poesias" (antologia que inclui a lírica, a sátira e a erótica) e "Poesias de Bocage". © 2003 Porto Editora, Lda.

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