Anda uma Cigana no Parque
Editor:
Astrolábio Edições, abril de 2025 ‧
ver detalhes do produto
12,60€
10% DESCONTO
IMEDIATO
SzNnMlRVRkVaM0kyU2sxVU9VTnBiaTlJV2xneFJuUmpZbWRhZEVsdU1ITmpObGh2WkhrckswVlRNVVpJTUc5NFZFZGxheXM0YTBWa1FWUk1VVGt6Y2taMU0xaFJaRmxYZVhkM1REZEZVVzFqV2xwTlJXZFRaa3R4VUd0UWFYRTBkbEpWVGxOeldIZHlWMEZRWTNJM2QzVmpTRWw2YmxvM2RIbDJlV3R5TWt3d1VsTndSVXBzUzNSMmRsTklkRlppZUZBNWRWaHFkbGsyTWtkdWMzaFliVTFOT1ZKTk9UTmFiWGxIVG5wUU9ERnRlR0lyZGl0MVRXazNkRVpsV2tJNVRVWTFORU5RYlZWUFZHczRORGQ2Y1RKSGEwWXJRbk51VEd4a2NtTXpURFZNT1V0bWIyWnJVMGwxWkVVMVZIcGtUMDl1ZUhsTVZ6QTRiRmQ0VUhaSVNURXhjRFJWZEdwNWFYTjBOVzFwWlVOTFdXOWllV0UzVXpaVVpFaHRjblUxY1hKVVozWk1ZVEp4Y1dGUGJuUm1lVXBzYUZkQ1owUmhXV0pvU2tKM2FVeFRPVmhYUVVzNWNHOVZObEZpY2xOTllpOXlkV0pIVEdGNGQyODFNbXB3VGxGNWNuWkhiWFJQZUVsRGFIZHRUV0UxYjNWNWRqZERWMk16YjNKb2VITlJUMll3WWpabFdFbFVPV05pWVdGdVQzZ3dXa0pLUVdsUWEzZGlUVWRHYUdkUlRIWlRZa2cyS3pOVWJsRkVVQ3R2ZUVneFNVaHRNVkppUW1wWk0zZE9hRlV3V21WcE9WYzJNM05SVG1kaVJYSlJTU3M0VEZSbFZWQm9PRVl2YjFKMFEwcHdUamxIZVd0c09Ga3hZMHhZVFZkTGQzTktTbFZDVUdKUFREbFFObkpWWVdORFEyTnhWSGMzTTNwNlFYZDJhMlpJY3psbFdqRTJSbWh6Um5KM1oycFlXalZYVlhSSVVEaHdObGxVZUhWRU5HOUthVVJVVVdsbFYzVlVUMUpvOlZvYjBybWRvL0ZrZXlQcHJRTTlqdHc9PQ==
EM STOCK
-
SINOPSE
O autor é brindado, no dia do seu aniversário, com a infeliz notícia que a sua mulher tinha contraído cancro de mama. A partir daí, gera-se toda uma vertigem de movimentos e sentimentos vivenciados pela primeira vez.
A princípio, o autor olha a realidade oncológica com esperança, mas, com o tempo, acumula-se nele o pó da desventura e fica triste. É neste momento que se cruza com ele uma cigana que lhe pede esmola, em pleno parque do IPO. O autor recusa, mas, logo a seguir, é vencido pela conversa da cigana e deixa-se embalar.
Este sobressalto desencadeia toda a história. o autor estremece e anima-se.
Ele viu a força espiritual que o dominou de uma forma inacreditável e decide aprofundar esse mundo, o tal que não se vê, não se consegue explicar, mas sente-se. Sente-se tão fortemente que não podemos ignorar a sua efetiva presença.
Vamos ter oportunidade de questionar temas do nosso quotidiano e lançar sobre eles um novo olhar. A ancestral fogueira dos Ciganos, sempre acesa no acampamento qual Chama Olímpica, é a luz que nos vai alumiar.
Será uma pausa suprassensível, íntima e emotiva, pontuada com momentos divertidos e libertadores. Tenha uma boa vida!
A princípio, o autor olha a realidade oncológica com esperança, mas, com o tempo, acumula-se nele o pó da desventura e fica triste. É neste momento que se cruza com ele uma cigana que lhe pede esmola, em pleno parque do IPO. O autor recusa, mas, logo a seguir, é vencido pela conversa da cigana e deixa-se embalar.
Este sobressalto desencadeia toda a história. o autor estremece e anima-se.
Ele viu a força espiritual que o dominou de uma forma inacreditável e decide aprofundar esse mundo, o tal que não se vê, não se consegue explicar, mas sente-se. Sente-se tão fortemente que não podemos ignorar a sua efetiva presença.
Vamos ter oportunidade de questionar temas do nosso quotidiano e lançar sobre eles um novo olhar. A ancestral fogueira dos Ciganos, sempre acesa no acampamento qual Chama Olímpica, é a luz que nos vai alumiar.
Será uma pausa suprassensível, íntima e emotiva, pontuada com momentos divertidos e libertadores. Tenha uma boa vida!
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893794197 |
| Editor: | Astrolábio Edições |
| Data de Lançamento: | abril de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 231 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 172 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Contos
|
| EAN: | 9789893794197 |