Amores Feiticeiros

de Tahar Ben Jelloun
Editor: Cavalo de Ferro, agosto de 2008 ‧

"Amores feiticeiros" são histórias de amor traficado, de amizade traída ou de simples paixão.

«Recordo-me de Fattouma, uma mulher de Tafilelet de pele quase preta. Ela chorava porque, no intuito de impedir que o seu marido se encontrasse com outras mulheres, tinha-se enganado na poção e tornou-o impotente. Uma outra mulher, enlouqueceu o marido e não conseguia encontrar o charlatão que lhe tinha dado as ervas para o marido tomar. Concluí que aquelas que não dizem nada, são aquelas que enganam os maridos e multiplicam os amantes. Aquelas que não ousam pisar o risco da traição choram, queixam-se e tornam-se patéticas.»

O objectivo é sempre o de, a partir de um determinado dado individual, relatar episódios ou acontecimentos insignificantes na sua aparência, mas que, pela dimensão universal, são capazes de nos arrebatar da indiferença que nos rodeia.
Sérgio Almeida, Jornal de Notícias

«(...)"Preciso que me regues de palavras e de frases que contem uma história. Só serei tua se a história mexer comigo, se me fizer verter lágrimas. Se o conseguires, entrego-me a ti de corpo e alma. Como diz o poeta:'Há flores a que chamamos amores-perfeitos/Colhi algumas que me cresciam nos sonhos.'/-Senão?/-Senão mato-te!" Frases como estas, apaixonadas, crescem num dos últimos livros publicados em Portugal pelo franco-marroquino Tahar Ben Jelloun. Engane-se quem procura finais felizes, leia quem goste de amores encantados, feitiços de paixão e uma linguagem arrebatadora.»
Luís Mateus - Metro

""Escrever é a minha forma de agir sobre a realidade" Uma entrevista com Tahar Ben Jelloun, escritor, por Ana Marques Gastão "A paixão é uma possibilidade extraordinária, excesso de vida e de desgosto. A vida conjugal favorece o conflito", palavras de Jelloun"
Diário de Notícias

""Terroristas votariam simbolicamente Bush" Entrevista "Poesia é o que não se pode explicar", diz Tahar Ben Jelloun"
Diário de Notícias

"Não são histórias comuns. Nem felizes. Nem normais. São histórias de amores encantados, enfeitiçados ou condenados. E também contos de amizade e traição, como há em todos os livros sobre o amor. E tudo isto se passa no ambiente quentee exótico de Marrocos. "Amores feiticeiros", de Tahar Ben Jelloun, é um livro de linguagem apaixonada, simples e directa, como é a linguaggem do amor."
Lux Woman

"(...) Tahar Ben Jelloun oferece-nos, através de um livro de contos que se lê de um fôlego, um conjunto de narrativas que revisitam um tema que lhe é caro: as contradições existentes, no seio da sociedade marroquina, entre os seus hábitos e a sua tradição ancestral e uma sociedade moderna e ocidentalizada."
Maria João Cantinho - Storm

Amores Feiticeiros

de Tahar Ben Jelloun

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728791889
Editor: Cavalo de Ferro
Data de Lançamento: agosto de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 209 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789728791889
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Mezinhas e poções

PH

Com aroma marroquino, Belloun retrata as diferenças entre Ocidente e Oriente, com crítica social e política, sem poupar o obscurantismo que ainda se vive nessas sociedades.

SOBRE O AUTOR

Tahar Ben Jelloun

Tahar Ben Jelloun é um escritor francófono de origem marroquina, mundialmente conhecido e que partilha a sua vida entre Paris e Tânger. Curioso da sociedade e do mundo que o rodeia publicou vários romances, novelas, contos, poemas, ensaios e obras de arte sendo também cronista regular de jornais franceses, espanhóis e italianos. Nasceu em 1944 em Fez e ensinou Filosofia no seu país natal. Exilou-se em França, em 1971. Obteve inúmeros títulos honoríficos, prémios e distinções internacionais, entre os quais o prestigiado prémio francês Goncourt pelo seu romance A noite sagrada, em 1987, e o prémio internacional Impac, em 2004, com a obra Uma ofuscante ausência de luz. Mais recentemente, o seu papel de intelectual interventivo foi reconhecido pela atribuição, entre outros, do prémio das Nações Unidas para a Paz, em 2006, ou do prémio para a Paz da Fundação Ducci, em 2009.

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