Amanhecem nas Rugas Precipícios

de Alberto Pereira
Editor: Edium Editores, maio de 2011 ‧
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Este novo trabalho, "Amanhecem nas rugas precipícios", fala de ilusões rachadas nas paredes de um corpo. A solidão invadiu os nomes, o tempo passa como um chicote. Na memória procura-se a metáfora que desminta os ciprestes. Mas, o único rumor são noites por devorar.

Amanhecem nas Rugas Precipícios

de Alberto Pereira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897010323
Editor: Edium Editores
Data de Lançamento: maio de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 144 x 221 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 60
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789897010323

SOBRE O AUTOR

Alberto Pereira

Alberto Pereira, escritor português. Nasceu em Lisboa. Licenciado em Enfermagem. Pós-graduado na área Forense. Diplomado em Hipnose Clínica.
Membro do PEN Clube Português.
Publicou os livros: O áspero hálito do amanhã (2008); Amanhecem nas rugas precipícios (2011); Poemas com Alzheimer (2013); O Deus que matava poemas (2015); Biografia das primeiras coisas (2016); Viagem à demência dos pássaros (2017); Bairro de Lata (2017); Como num naufrágio interior morremos (2019) e Neve interior (2021).
Participou em coletâneas de contos e poesia. Alguns dos seus poemas foram traduzidos para espanhol, francês e inglês. Foi distinguido com vários prémios dos quais se destacam: 1º Prémio no Concurso Literário Conto por Conto (2011); 1º Prémio no Concurso de Poesia Agostinho Gomes (2013); 1º Prémio no Concurso Literário Manuel António Pina – Museu Nacional da Imprensa (2013) e Menção Honrosa (2014, 2015, 2017, 2018, 2020); Menção Honrosa no Prémio Internacional de Poesia Glória de Sant'Anna (2018 e 2020), respetivamente com os livros, Viagem à demência dos pássaros e Como num naufrágio interior morremos; Menção Honrosa no Prémio Internacional de Poesia Natália Correia (2021) com o livro Ecocardiodrama |Inédito|. Finalista do 21º Concurso de Contos Paulo Leminski – Paraná, Brasil (2010) e do Prémio Internacional de Poesia António Salvado (2021) com a obra Mulheres legendadas de Alzheimer |Inédito|.

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