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SINOPSE
A alienação parental é uma doença? Claro que não. Mas a adesão fulgurante de muitos técnicos (e da opinião pública) a um conceito como esse quer dizer que, subitamente, a injustiça que se foi dando, ao longo de anos, nos tribunais, privando muitos pais do exercício da responsabilidade parental (sem que tivessem feito o que quer que fosse para o merecerem) passou a ter um termo que a formatava. O mesmo acontecendo com as atitudes de muitos outros que, como represália dum divórcio, foram instrumentalizando os seus filhos de maneira a que eles se afastassem, de forma irreparável, do outro pai.
Na verdade, uma criança não se aliena dum pai: é convidada a maltratá-lo. Violentamente. Com actos, com injúrias e, até, com difamações. Ou, melhor: uma criança é maltratada por um dos pais e maltrata o outro. E isso é um maltrato grave de que deve ser, inequivocamente, protegida.
Na verdade, uma criança não se aliena dum pai: é convidada a maltratá-lo. Violentamente. Com actos, com injúrias e, até, com difamações. Ou, melhor: uma criança é maltratada por um dos pais e maltrata o outro. E isso é um maltrato grave de que deve ser, inequivocamente, protegida.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789724044262 |
| Editor: | Edições Almedina |
| Data de Lançamento: | abril de 2011 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 130 x 200 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 178 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Psicologia
Livros em Português > Ensino e Educação > Pais e Educadores |
| EAN: | 9789724044262 |