Alexandre O´Neill Dito por Sinde Filipe

(Audiolivro)

de Alexandre O' Neill
Editor: Dinalivro, junho de 2010 ‧
~ O áudio-livro tem vindo a conquistar um lugar cada vez mais importante na cultura portuguesa, visto que este suporte tecnológico é responsável pela possibilidade de conciliação entre a "leitura" e outras actividades do quotidiano. Actualmente, nada é mais normal do que conduzir a ouvir em simultâneo aquele romance que nunca se pôde ler. Como consequência desta nova realidade, e depois da edição de Fernando Pessoa dito por Sinde Filipe, o actor volta a interpretar um grande poeta do século XX, Alexandre O'Neill, imprimindo às suas palavras um cromatismo muito próprio e uma cumplicidade que é fruto de uma quase contemporaneidade entre aquele que escreve e aquele que diz. Quanto ao trabalho de Laurent Filipe, as suas composições acompanham a poesia de O'Neill, fazendo justiça ao sentido de humor do poeta e crítico acutilante da sociedade portuguesa.

Alexandre O´Neill Dito por Sinde Filipe

(Audiolivro)

de Alexandre O' Neill

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725765616
Editor: Dinalivro
Data de Lançamento: junho de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 156 x 15 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 111
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789725765616

O´Neill por Sinde Filipe

VLPM

41 poemas de O´Neill pela voz de Sinde Filipe: inclui o célebre "Um adeus português". Gosto dos arranjos musicais em fundo aos poemas. Preferiria claro a voz do próprio O´Neil, mas está também bem assim.

SOBRE O AUTOR

Alexandre O' Neill

Poeta português, Alexandre Manuel Vahia de Castro O'Neill de Bulhões nasceu a 19 de dezembro de 1924, em Lisboa, e morreu a 21 de agosto de 1986, na mesma cidade. Para além de se ter dedicado à poesia, Alexandre O'Neill exerceu a atividade profissional de técnico publicitário, forjando alguns dos mais conhecidos slogans portugueses. Um dos fundadores do Grupo Surrealista de Lisboa, desvinculou-se do grupo a partir de Tempo de Fantasmas (1951), embora a sua passagem pelo grupo marque indelevelmente a sua postura estética, conservando algumas características do movimento na sua poesia, por exemplo, o tom mordaz e em certo sentido absurdista na maneira de analisar o mundo. Um amante do jazz, do cinema e do teatro modernos, O'Neill fez ainda várias traduções, escreveu guiões para cinema e manteve algumas colunas de jornal durante vários anos. Da sua obra destacam-se as obras No Reino da Dinamarca (1958), Feira Cabisbaixa (1965) ou a reunião de contos e crónicas em Uma Coisa em Forma de Assim (1980).

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