Abandono Vigiado
Editor:
Assírio & Alvim, Janeiro de 2026 ‧
ver detalhes do produto
12,96€
10% DESCONTO
IMEDIATO
YVRsck9GZE1jM0ZtVkc1dE4xSnFSbmROWVZFM2RHOUJOR3B2ZWpkS1dXNUpWbkpwUmpCb05WQnVlbFkxYlZwVFFVcDVLM0Y1VVhsU1N6ZE9RVWxwU1ZGM1RHcDVUamxCVFV4SlNIWk5XRVJZT1VGVFRFTTJkbFJGTHpaeVRuVk1WVWt5T1RaaGFtbExaWE5ZTVdoT09HaHFTRlJxU1dJelFsVnVUMjQzVUc1dldEQlhkR1pJYjBzeU9VODNWRFZFVDJSb1JXbE9kVXB6VkRkUk5IWldTbGh6VTJobFpXVlRZbVJGV0VSTlpXeDJVa1ZSTnk5c1dVaE1SbHBNWkRrME1FaEhWakV5VkRKYVQxaFdaakY2YjFONFFqRnBUM1Y1VlRCMVpHaDZUMUZ3U3pCcFkzQm5aMDlZZVc1eFJYTkVXRVpQVUhKNFN6RnVjMmhoVlVobVpGSXhRM1pSTWxWMWQwMDBkMVJDY3pGS09HTlBXVGRMZG10c1NWVlhWM1Z3V21scFRrdG5XbXR5TmpGMVkzUjJSemhLTVVaaVVUbHlVR3RMYTB0M01FTldUV3N6THpaT1VWWXpRMFo0WkhWdGEyNU5iUzlTV25ZM1VVWk1NelpFUnpWT1N6UnZkMll4VEV3NFdIUjRiMnBTYkhacWJsbHpXbmhDWm5oM1JsSXhSQ3RFVlRkWWJYRklWemwzUkRZdlNITnZjVVZWVUZnclVHMUJkelJYVEhOb1JXbHZlVXRWVjA5VWJVVjFZMFpLVlZkWVdIZEhVR3RYZG1KaFVsaFhNR0pyUWxOak1HdHpaVXBVWkdOS1dHNTFiWFZ6Yms5T1FuaG9jVTFRWVRWTU0wbFdjamxXZVdWcE1qTTNWVko2TVdaQldrVlBPRVpsWjNWS1RHZFJkVnBDUVc4M1NXSlBTMDkyYzJweWVtVnFTamxhVUhaQldrNWtUWEZVWlVSSGFqSjRUV1E1YW1ReFUwWmthVUpaVjNWaVVXRlZNMWhaWkVSaFZIVlVaRXAyTTBGSVMwbEJaMmxpSzFrM2JIVlNiMFJ0TXpGaVVUMDk6em5XK1VVeUNYalVmMUUwUWpiNXFpZz09
EM STOCK
-
SINOPSE
O oxímoro presente no título, Abandono Vigiado, figura cara à estética de choque surrealista, junta numa tensão antagónica a abertura da «entrega», o «abandono», a queda na sua forma substantiva, e o adjectivo «vigiado».[Golgona Anghel]
O terceiro livro de Alexandre O’Neill, Abandono Vigiado, editado pela primeira vez em 1960 na mítica coleção «Poesia e Verdade» da Guimarães Editores, foi à altura a confirmação do conseguimento estético de um poeta que não havia parado de ousar. Embora integrando três poemas do livro anterior, outros publicados dispersamente em periódicos, é também um livro de grandes inéditos: lembremos o belíssimo «Velhos de Lisboa», retrato impiedoso de uma cidade triste e alegre, ou o conjunto de «Divertimentos com sinais ortográficos», casamento perfeito entre o humor de O’Neill e a arte gráfica de Sebastião Rodrigues nos idos tempos da revista Almanaque. Esta edição conta ainda com um posfácio de Golgona Anghel.
O terceiro livro de Alexandre O’Neill, Abandono Vigiado, editado pela primeira vez em 1960 na mítica coleção «Poesia e Verdade» da Guimarães Editores, foi à altura a confirmação do conseguimento estético de um poeta que não havia parado de ousar. Embora integrando três poemas do livro anterior, outros publicados dispersamente em periódicos, é também um livro de grandes inéditos: lembremos o belíssimo «Velhos de Lisboa», retrato impiedoso de uma cidade triste e alegre, ou o conjunto de «Divertimentos com sinais ortográficos», casamento perfeito entre o humor de O’Neill e a arte gráfica de Sebastião Rodrigues nos idos tempos da revista Almanaque. Esta edição conta ainda com um posfácio de Golgona Anghel.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-37-2460-8 |
| Editor: | Assírio & Alvim |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 147 x 205 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 120 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Obras de Alexandre O'Neill |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 978972372460810 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Não Sei o Nome das ÁrvoresPrimeiro Capitulo11,70€
13,00€ -
10%Trajectória de FugaOs Livros de Oeiras9,00€
10,00€