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Alabanza De La Estupidez

de Erasmo de Roterdão
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: PENGUIN CLÁSICOS, novembro de 2016 ‧
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Los mejores libros jamás escritos. «Ahora, la alabanza que oiréis no será la de Hércules ni la de Solón, sino la mía propia, o sea, la alabanza de la estupidez.» La Alabanza de la estupidez es la más célebre de las obras del filósofo Erasmo de Rotterdam. Impreso por vez primera en 1511, se trata de uno de los ensayos que mayor influencia ha ejercido en la cultura occidental, así como uno de los catalizadores de la reforma protestante del siglo XVI encabezada por Martín Lutero. Mediante un tono burlesco e irónico y una crudeza sagaz e hiriente, Erasmo da voz a la propia estupidez para que sea ella quien haga apología de sus utilidades, criticando a su vez los usos de la razón. El poeta y ensayista Eduardo Gil Bera ofrece en estas páginas una novísima y palpitante traducción de esta obra eminente del pensamiento occidental. A través de ella y de la brillante introducción que la precede, pues, propone la relectura de un clásico que, siglo tras siglo, se revela inagotable.

Alabanza De La Estupidez

de Erasmo de Roterdão

Propriedade Descrição
ISBN: 9788491052487
Editor: PENGUIN CLÁSICOS
Data de Lançamento: novembro de 2016
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788491052487

SOBRE O AUTOR

Erasmo de Roterdão

Erasmo de Roterdão nasceu em Roterdão a 28 de outubro de 1466 e faleceu em Basileia a 12 de julho de 1536. Foi oi um teólogo e um humanista que viajou por toda a Europa, inclusive Portugal.

Erasmo cursou o seminário com os monges agostinianos e realizou os votos monásticos aos 25 anos, vivendo como tal, sendo um grande crítico da vida monástica e das características que julgava negativas na Igreja Católica. Frequentou o Collège Montaigu, em Paris, e continuou seus estudos na Universidade de Paris, então o principal centro da escolástica, apesar da influência crescente do Renascimento da cultura clássica, que chegava de Itália. Erasmo optou por uma vida de académico independente, independente de país, independente de laços académicos, de lealdade religiosa e de tudo que pudesse interferir com a sua liberdade intelectual e a sua expressão literária.

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