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Acostarse Con La Reina

de Roland Topor
idioma: espanhol
Editor: Libros del Zorro Rojo, março de 2017 ‧
14,17€
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«Érase una vez un niño pequeño que, cuando sus padres le preguntaban qué le gustaría ser de mayor, respondía de forma invariable: "Cuando sea grande, me acostaré con la reina".» Poderosas dosis de humor negro y surrealismo destilan las páginas de Acostarse con la reina y otros relatos, del irreverente y corrosivo autor francés de raíces polacas, Roland Topor. Leer sus cuentos implica caminar por el filo de su apellido (Hacha, en polaco) ante la inminencia de lo inesperado. El banquete toporiano se sirve crudo; a él se nos invita como alimento de nuestro propio asombro. Pat Andrea acentúa el aspecto poderoso del corte de las escenas toporianas, en figuras humanas rebeladas de la proporción, en contrastes cromáticos que multiplican la atención que ejerce lo grotesco.

Acostarse Con La Reina

de Roland Topor

Propriedade Descrição
ISBN: 9788494595035
Editor: Libros del Zorro Rojo
Data de Lançamento: março de 2017
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788494595035

SOBRE O AUTOR

Roland Topor

Roland Topor (1938-1997), pintor, ilustrador, poeta, cançonetista, dramaturgo, encenador, cineasta e fotógrafo, artista francês impossível de catalogar, começou por destacar-se com os desenhos grotescos que publicou na revista satírica Hara-Kiri. Vencedor do Grand Prix de L’Humour Noir em 1961, bebeu dos surrealistas e respondeu-lhes com o movimento Pânico, que fundou com Fernando Arrabal e Alejandro Jodorowsky, entre outros. O seu primeiro e mais celebrado romance, Le Locataire chimérique (1964), adaptado ao cinema por Roman Polanski (O Inquilino, 1976), conta a história de um burocrata a braços com crises de identidade e paranoia. Em texto como em imagens, Topor atira-nos para um mundo do avesso, e a crueldade animalesca, o erotismo, a escatologia e a tétrica ironia das suas obras valeram-lhe o desprezo de críticos, vários projetos ruinosos e ameaças de morte quotidianas. O prazer foi todo dele.

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