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100 Boas Razões para Me Suicidar Aqui e Agora

12 maneiras de escapar ao Natal

de Roland Topor
Editor: Antígona, novembro de 2022 ‧
8,00€
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Em 100 Boas Razões para Me Suicidar Aqui e Agora - espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência -, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada.

Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera - o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa.

Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador.

Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.

100 Boas Razões para Me Suicidar Aqui e Agora

12 maneiras de escapar ao Natal

de Roland Topor

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726084259
Editor: Antígona
Data de Lançamento: novembro de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 111 x 148 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Humor
EAN: 9789726084259

SOBRE O AUTOR

Roland Topor

Roland Topor (1938-1997), pintor, ilustrador, poeta, cançonetista, dramaturgo, encenador, cineasta e fotógrafo, artista francês impossível de catalogar, começou por destacar-se com os desenhos grotescos que publicou na revista satírica Hara-Kiri. Vencedor do Grand Prix de L’Humour Noir em 1961, bebeu dos surrealistas e respondeu-lhes com o movimento Pânico, que fundou com Fernando Arrabal e Alejandro Jodorowsky, entre outros. O seu primeiro e mais celebrado romance, Le Locataire chimérique (1964), adaptado ao cinema por Roman Polanski (O Inquilino, 1976), conta a história de um burocrata a braços com crises de identidade e paranoia. Em texto como em imagens, Topor atira-nos para um mundo do avesso, e a crueldade animalesca, o erotismo, a escatologia e a tétrica ironia das suas obras valeram-lhe o desprezo de críticos, vários projetos ruinosos e ameaças de morte quotidianas. O prazer foi todo dele.

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