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A Televisão no Quotidiano das Crianças
Editor:
Edições Afrontamento, abril de 2000 ‧
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SINOPSE
"A Televisão no Quotidiano das Crianças" resulta de uma investigação levada a cabo no distrito de Braga, com cerca de 780 crianças entre os 8 e os 12 anos, de diferentes meios geográficos e níveis socio-económicos, com o intuito de analisar os usos, as preferências e os significados da televisão em contextos distintos. E se a televisão está de tal modo enraizada no quotidiano das crianças, estruturando mesmo algumas das rotinas do dia-a-dia, elas nunca a referem espontaneamente quando questionadas sobre o que fazem nos tempos livres . Talvez porque muitas vezes o façam acompanhando outros afazeres, como comer, brincar ou até fazer os trabalhos de casa, talvez pelo efeito de naturalidade com que o fazem diariamente, já que a televisão lhes ocupa a maior parte do seu tempo, excepto as actividades lectivas durante o período escolar.
Mas não se pense que a televisão é para as crianças um factor de passividade. Para além do fascínio que exerce, ela acaba por influenciar as brincadeiras ("brincar ao Robin dos Bosques e ao Herman"), tem repercussões no imaginário dos heróis infantis (nesta amostra estão à cabeça o MacGyver e o Flash, seguidos logo pelo Herman José) e é um sucedâneo da escola.
Por tudo isto este estudo releva de grande importância, como refere no prefácio Augusto Santos Silva, que acentua o "pioneirismo da investigação, a validade das propostas apresentadas, a insistência na necessidade de entender o televisionamento no contexto dos 'mundos sociais da infância', ao alerta sobre as responsabilidades sociais da televisão".
O autor, Manuel Pinto, é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho, onde exerce as funções de docente, no curso de Comunicação Social, e colabora ainda na leccionação de mestrados em Sociologia da Cultura e Estilos de Vida e em Sociologia da Infância. Foi durante alguns anos jornalista no Jornal de Notícias e escreveu vários trabalhos científicos e pedagógicos, em áreas que correspondem aos seus interesses académicos: sociologia da comunicação, educação para os media e jornalismo.
Mas não se pense que a televisão é para as crianças um factor de passividade. Para além do fascínio que exerce, ela acaba por influenciar as brincadeiras ("brincar ao Robin dos Bosques e ao Herman"), tem repercussões no imaginário dos heróis infantis (nesta amostra estão à cabeça o MacGyver e o Flash, seguidos logo pelo Herman José) e é um sucedâneo da escola.
Por tudo isto este estudo releva de grande importância, como refere no prefácio Augusto Santos Silva, que acentua o "pioneirismo da investigação, a validade das propostas apresentadas, a insistência na necessidade de entender o televisionamento no contexto dos 'mundos sociais da infância', ao alerta sobre as responsabilidades sociais da televisão".
O autor, Manuel Pinto, é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho, onde exerce as funções de docente, no curso de Comunicação Social, e colabora ainda na leccionação de mestrados em Sociologia da Cultura e Estilos de Vida e em Sociologia da Infância. Foi durante alguns anos jornalista no Jornal de Notícias e escreveu vários trabalhos científicos e pedagógicos, em áreas que correspondem aos seus interesses académicos: sociologia da comunicação, educação para os media e jornalismo.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789723605099 |
| Editor: | Edições Afrontamento |
| Data de Lançamento: | abril de 2000 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 172 x 238 x 22 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 400 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Biblioteca das Ciencias do Homem / Socio |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ensino e Educação
>
Pais e Educadores
|
| EAN: | 9789723605099 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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