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A Odisseia do Transporte Marítimo do Petróleo no século XX em Portugal

de Joaquim Ferreira da Silva
Editor: Chiado Books, março de 2012 ‧
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O petróleo é, presentemente, a maior fonte energética da humanidade; 40% de toda a energia consumida no mundo.
Esta Importância não se teria decerto registado se, após a sua descoberta, não se tivessem desenvolvido os meios para o seu transporte ao longo dos mares, em especial por via de navios entre continentes.
Quando se concebeu o primeiro navio tanque petroleiro, nos finais do XIX, o petróleo, então explorado em locais muito restritos do planeta, foi levado a todos os recantos da Terra por via do transporte marítimo.
Portugal não podia deixar de utilizar esta via, quer pela sua localização geo-marítima quer por não ser produtor daquele produto, e desenvolveu as suas unidades navais necessárias para esse transporte proveniente dos países produtores.
Na segunda metade do século XX, com a instalação de refinarias próprias construiu a maior frota de navios petroleiros que jamais navegaram sob bandeira portuguesa.
É toda essa actividade, desde os navios em si, dos homens e métodos para os navegar até às actividades nos nossos portos que a presente obra nos revela.

A Odisseia do Transporte Marítimo do Petróleo no século XX em Portugal

de Joaquim Ferreira da Silva

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896974985
Editor: Chiado Books
Data de Lançamento: março de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 223 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 366
Tipo de produto: Livro
Coleção: Compendium
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789896974985

SOBRE O AUTOR

Joaquim Ferreira da Silva

Joaquim Ferreira da Silva completou, em 1948, o curso de Pilotagem na escola náutica de Lisboa. Iniciou a sua vida profissional ao serviço da SOPONATA e da SACOR MARÍTIMA LDA, empresas onde serviu mais de 20 anos como Oficial e Comandante de alguns dos seus navios, nos quais navegou mais de 1 milhão de milhas.
No início da década de 70 dedicou-se ao ensino náutico tendo exercido funções docentes, quer na escola Náutica Infante D. Henriques, na qual foi Diretor, quer em Escolas Náuticas Estrangeiras ao serviço da IMO (International Maritime Organization), Agência das Nações Unidas, onde desempenhou funções de Diretor de Projetos.
Proposto pelo Governo Português para Secretário-Geral do Acordo de Lisboa (CILPAN), a sua aprovação foi feita por unanimidade pelos Estados Contratantes, em Bruxelas, junho de 1991, desempenhando essas funções até se reformar em 1998.
Desde esta data tem continuado a sua ação na proteção e importância dos Mares por via de trabalhos, palestras e artigos em diversa imprensa. Ação essa igualmente desenvolvida junto das organizações nacionais e estrangeiras, pugnando por uma continua melhoria da segurança dos navios e das suas tripulações como principal meio da prevenção contra os acidentes marítimos causadores de graves poluições.

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