A Narrativa no Movimento Neo-Realista
As vozes sociais e os universos de ficção
Editor:
Edições Colibri, outubro de 2011 ‧
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SINOPSE
Este estudo é uma problematização da função estético-ideológica do Neo-Realismo, num contexto sociocultural e político específico, tendo em conta que as obras deste movimento, para lá da sua qualidade estética, são um documento, no plano do imaginário social associado a uma cultura da "resistência" à ditadura, imprescindível para o estudo da nossa História contemporânea. Através da análise textual, é também um contributo para uma história da narrativa social portuguesa, desde a década de 30 à de 70 do século XX. Se toda a literatura é obviamente um acto cultural, podemos dizer que no caso do Neo-Realismo, por vezes, a concepção cultural, convenientemente codificada, se sobrepôs à própria especificidade da estética literária. E como todas as generalizações são abusivas, convém realçar que, apesar dos imperativos ideológicos, a prática estética de alguns dos seus autores revelou uma capacidade singular de fazer coexistir a comunhão ideológica e a idiossincrasia estética, tal foi o caso de Carlos de Oliveira, Alves Redol, Mário Dionísio, Soeiro Pereira Gomes, Manuel da Fonseca e Fernando Namora, entre outros.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896891466 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | outubro de 2011 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 160 x 229 x 21 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 354 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
História da Literatura
|
| EAN: | 9789896891466 |
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