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A Minha Alma não Sou Eu

O Amor e a Covid-19

de José Maria Rodrigues da Silva
Editor: Âncora Editora, outubro de 2021 ‧
12,00€
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A procura de uma nova forma literária que integre o ensaio e a ficção está, nestes tempos conturbados da covid-19, no cerne das preocupações atuais. No cerne dessa procura e dessas preocupações, em Outubro de 2020 publiquei o ensaio ficcionado O Corpo e a Alma subintitulado A Natureza e a Covid-19.

Hoje, um ano depois, agravada como está a situação sanitária, económica, sócio-política e ambiental do Planeta, publico o romance/ensaio intitulado A Minha Alma não Sou Eu e subintitulado O Amor e a Covid-19. O título, que vem de São Tomás de Aquino, realça a identidade irrepetível de cada ser humano e o subtítulo, inspirado no amor de Monique, a bem amada do narrador, que infectada e reinfectada pela covid-19 resiste a tudo por saber que só o amor, o divino e o humano, pode salvar a humanidade. É o que decorre do enredo deste ensaio, pontuado pela citação dos poetas, num tempo em que a velhice lhe permite viajar no tempo da sua vida.

Este viajar no tempo pode ser próprio da alma mas entre a alma e o cérebro há uma relação incenável, que faz com que Monique e o narrador acreditem que, quando chegar a hora, a "Estrela da Manhã" indicar-lhes-á o Caminho reto e os iluminará.

A Minha Alma não Sou Eu

O Amor e a Covid-19

de José Maria Rodrigues da Silva

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727807871
Editor: Âncora Editora
Data de Lançamento: outubro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 228 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 90
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789727807871

SOBRE O AUTOR

José Maria Rodrigues da Silva

José Maria Rodrigues da Silva. Nasceu em Almada em 1932 e licenciou-se em Direito em 1957, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Fez o Curso Complementar de Ciências Jurídicas, foi advogado, professor, juiz dos Tribunais de Trabalho, juiz desembargador na seção cível do Tribunal da Relação de Évora e na seção social do Tribunal da Relação de Lisboa, juiz conselheiro do Supremo Tribunal Administrativo e do Tribunal Superior de Justiça de Macau. Foi membro da Comissão que elaborou o Código do Processo de Trabalho, relator do Conselho da Europa para o Processo e a Jurisdição do Trabalho, representante de Portugal no Simpósio da ONU, em Genebra, sobre a exploração do trabalho infantil, presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses e vice-presidente da Associação para o Progresso do Direito.
Tem privilegiado a reflexão multidisciplinar sobre o Poder e a Modernidade. A sua vasta obra publicada abarca o ensaio, a ficção, a poesia e o teatro, num total de 22 títulos. Sentiu-se feliz em muitos momentos da sua vida e deixa três filhos a quem transmitiu os seus genes e que espera que sejam melhores do que ele foi.

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