A Manipulação dos Media

Os Efeitos Extraordinários da Propaganda

de Noam Chomsky
Editor: INQUERITO, abril de 2003 ‧
Um livro extremamente oportuno, onde o conhecido linguista e pensador, Noam Chomsky, questiona o trabalho dos media, a sua parcialidade (ainda que não assumida), a superficialidade, a manipulação (a maior parte das vezes sentimental). Deste modo, a sociedade deixa de ser livre e a opinião pública torna-se "um rebanho aterrorizado" (como também o demonstram os documentários de Michael Moore). Não é por acaso que a guerra pelo controle da informação assumiu os contornos a que hoje assistimos. É necessário que as pessoas percebam isso, façam uma leitura crítica dos acontecimentos e tenham as suas próprias opiniões.

A Manipulação dos Media

Os Efeitos Extraordinários da Propaganda

de Noam Chomsky

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726704065
Editor: INQUERITO
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 210 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 111
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Comunicação e Jornalismo
EAN: 5603121195164
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Noam Chomsky

Noam Chomsky, tem sido, ao longo de mais de quatro décadas, um proeminente linguista e um destacado ativista político. Nasceu em 1928, em Filadélfia, na Pensilvânia, de uma família de Judeus emigrados da Rússia. Com os pais conheceu desde cedo o interesse pelas questões linguísticas e pelos problemas políticos, nomeadamente quanto às diferentes posições da resistência judaica ao nazi-fascismo. Em 1945 matricula-se na Universidade de Filadélfia. Manifesta-se contra a criação do estado judaico na Palestina, prevendo a marginalização da população árabe. Chega a pensar em abandonar os estudos, para ir para a Palestina dedicar-se à cooperação socialista entre árabes e judeus. As suas simpatias socialistas orientam-se no sentido do movimento operário cooperativo, de tendência libertária. Na investigação linguística, Chomsky cedo se apercebe das limitações do estruturalismo americano, e lança as bases da mais profunda revolução da Linguística moderna, com amplas consequências para as Ciências Cognitivas. A partir do início da década de 60, participa com frequência no debate público sobre temas políticos, designadamente a ação externa nos EUA, a colaboração dos intelectuais com a política oficial ou o conflito israelo-árabe, o que frequentemente lhe valeu, para além do ódio por parte da grande imprensa, variadas perseguições que chegaram à tentativa de agressão física. Uma primeira coletânea dos seus escritos políticos, "O poder americano e os novos mandarins", publicado em 1969, constitui uma peça essencial na avaliação da intervenção dos EUA na Ásia, nomeadamente no Vietname.

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