A Language Of Dragons

de S. F. Williamson
idioma: inglês
Editor: HarperCollins Publishers, Janeiro de 2025 ‧
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The most exciting debut of 2025 - an incredible fantasy Dark Academia, perfect for fans of Babel, Fourth Wing, and the Scholomance trilogyEVERY FIRE STARTS WITH A SINGLE SPARK.Welcome to Bletchley Park... with dragons.

A Language Of Dragons

de S. F. Williamson

Propriedade Descrição
ISBN: 9780008756611
Editor: HarperCollins Publishers
Data de Lançamento: Janeiro de 2025
Idioma: Inglês
Dimensões: 160 x 244 x 39 mm
Encadernação: Capa dura
Tipo de produto: Livro
Coleção: Language Of Dragons
Classificação Temática: Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780008756611

Epic Dark Academia Fantasy

Carla Silva

Num universo alternativo onde após a Primeira Guerra Mundial os dragões e humanos possuem um acordo de paz. Este livro está repleto de enemies to lovers, dark academia, mistério, políticas e corrupção. Fiquei bastante interessada quando disseram que era uma junção de Fourth Wing com Babel então tinha que experimentar, além disso eu adoro dragões. Apesar dos paralelos entre mundos e o world building ter sido ligeiramente confuso ou pouco explicado é um bom livro para quem está a procura do outro YA dystopian fantasy

Uma estreia fantástica

Joana B

Que estreia fantástica! Seguimos Vivien Featherswallow, uma jovem que sonha conseguir um estágio em línguas dracónicas. Mas os seus planos desmoronam-se quando a sua família lhe é brutalmente arrancada, obrigando-a a encontrar uma forma de os salvar. Desesperada, aceita um trabalho misterioso que a leva até Bletchley Park, onde é recrutada como decifradora de códigos para o esforço de guerra. O sucesso significa reencontrar a família, mas o fracasso... significa a morte. A construção do mundo é absolutamente excecional. Situada numa Londres alternativa de 1923, a história transporta-nos para um ambiente ao mesmo tempo familiar e único, especialmente com a presença de dragões—criaturas inteligentes, com línguas próprias e complexas. Admito que demorei um pouco a mergulhar completamente na narrativa, mas assim que o grupo começou a ter um papel mais ativo e o cenário político se tornou mais claro, fiquei completamente viciada. Aliás, a parte política foi um dos aspetos mais marcantes para mim. O livro mostra como o poder pode ser corrompido e, quando cai nas mãos erradas, pode ter consequências devastadoras. A sociedade está dividida em três classes, e a desigualdade entre elas é angustiante. Sem dúvida, uma crítica mordaz ao mundo atual. No que toca às personagens, confesso que, no início, a Vivien me irritou um pouco. Achei-a egoísta e demasiado centrada em si mesma, mas depois percebi que era simplesmente a única realidade que conhecia. Felizmente, ao longo da história, vemos um crescimento enorme na sua personalidade. Já o Atlas conquistou-me logo desde o início, e adorei a sua dinâmica com a Vivien. Algumas partes do livro continham informações que achei desnecessárias e que não acrescentavam muito à trama, mas nada que comprometesse a experiência de leitura. O romance foi bem construído e nunca ofuscou a narrativa principal. Dito isto, se estão à espera de um romantasy, este não é o caso—mas os elementos românticos encaixam perfeitamente na história e dão-lhe um toque especial. As personagens secundárias também são bastante intrigantes, embora gostasse de ter sabido mais sobre elas. O final é de partir o coração, e aquele cliffhanger deixou-me completamente ansiosa pelo próximo livro! Parabéns, S. F. Williamson—mal posso esperar para continuar esta história!

SOBRE O AUTOR

S. F. Williamson

S. F. Williamson sente fascínio pela forma como as línguas nascem e envolveu-se nelas muito antes de obter diplomas em francês e italiano. Sempre entendeu as línguas como criaturas vivas, que se movem e respiram, e aprendeu desde criança que falar diferentes idiomas permite aceder a ideias, tradições e pessoas que, de outra forma, permaneceriam distantes.

A Linguagem dos Dragões é inspirado no seu trabalho como tradutora literária e no facto de, por mais que um linguista conheça profundamente um idioma, haver sempre algo que se perde na tradução. Mestre em escrita para jovens pela Bath Spa University, Steph vive atualmente em França com o marido e o filho.

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