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A Insustentável Leveza do Ser

de Milan Kundera
Editor: Dom Quixote, março de 2024 ‧
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A Insustentável Leveza do Ser é seguramente um dos romances míticos do século XX, uma daquelas obras raras que alteram o modo como toda uma geração observa o mundo que a rodeia.

Adaptado ao cinema por Philip Kaufman, este é um livro onde se olha, com um olhar umas vezes melancólico e conformado, outras vezes amargo e revoltado, para o destino de um país, para o destino de um continente, para o destino de uma civilização. e poucas vezes se terá tão magistralmente representado a ligação existente entre a aventura individual e coletiva…

Justapondo lugares distantes geograficamente, reflexões brilhantes e uma variedade de estilos, este magnífico romance representa o auge daquele que é, verdadeiramente, um dos maiores escritores de sempre.

A Insustentável Leveza do Ser

de Milan Kundera

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722081061
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: março de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 157 x 236 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 400
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722081061

Sim. É Insustentável.

Bruno Ribeiro Barata

Kundera consegue colocar tudo na Insustentável Leveza do Ser. A natureza humana analisada com preciso e profundo bisturi. O Amor e a falta deste, ou algo entre isto - o vórtice da matéria inquieta - sempre como elemento central do humano. E como se não bastasse essa dissecação íntima, o pano de fundo é a destruição da Primavera de Praga, através da intervenção militar externa soviética que travou a tentativa de tornar o socialismo livre com rosto humano. Escrito em 1984 está lá tudo profeticamente – com uma lucidez cruel. A natureza humana não mudou. Não muda. A natureza política não muda, apenas se aprofunda, cada vez mais polarizada, menos democrática, focada no que Kundera chama kitsch, essa necessidade de simplificar, de tornar aceitável, de substituir a verdade pela imagem — ou, como hoje diríamos, pelo jogo das perceções. Neste turbilhão político e social – do livro e da agora – a escolha é complexa para cada um: ou se vive na Insustentável Leveza do Ser ou na Insustentável Gravidade do Ser. Ou ainda - e talvez seja este o nosso modo contemporâneo de desistência - na atual Sustentável e Apreciada Leveza Leviana do Ser. Sim. É Insustentável.

Um livro com muitos livros dentro

C. Moreira

O que mais gostei neste livro foi a possibilidade de ler diversos "livros", não segue somente o enredo de uma série de personagens: conta-nos uma história dessas personagens, faz muitas reflexões sobre o propósito da vida e a condição humana que deixam espaço para o leitor pensar, tem muita crítica política e também social. Embora se note que foi escrito num tempo diferente, continua pertinente e com paralelismos com a atualidade.

Clássico a não perder

Tânia D.

Comprei este livro para oferecer ao meu marido e pelo que pesquisei é um livro que merece estar nas estantes lá de casa e que deve ser lido uma vez na vida. Ouvi a recomendação da leitura no Podcast Despolarização, de Tomás Magalhães, e não hesitei em comprá-lo. Acredito que não vai dececionar.

Imperdível!

Ângela Pontes

Um romance genial que é um ensaio sobre a condição humana, refletindo sobre os imperativos que estão na base das nossas decisões e daquilo que somos. Comprei para reler, pois foi um dos livros que definiu a minha apaixonada relação com a literatura! Tem que constar da lista de livros lidos de qualquer bom leitor!

SOBRE O AUTOR

Milan Kundera

Milan Kundera (Brno, 1 de abril de 1929 – Paris, 11 de julho de 2023). Em 1975 fixou residência em Paris, tendo, em 1981, adotado a nacionalidade francesa. Autor de uma vasta obra, que abrange o romance, o ensaio e a poesia, é considerado um dos mais importantes escritores do século XX. A Insustentável Leveza do Ser é a sua obra mais aclamada pelos leitores e pela crítica, e em muito contribuiu para o tornar num autor reconhecido internacionalmente. Entre outros, foram atribuídos a Milan Kundera o Prémio Médicis (1973), o Prémio Mondello (1978), o Prémio Common Wealth (1981), o Prémio Jerusalém (1985) e o Prémio Independent de Literatura Estrangeira (1991).

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