A Inocência do Padre Brown

de G.K. Chesterton
Editor: Alêtheia Editores, março de 2011 ‧
Padre Brown é o personagem criado pelo romancista e ensaísta britânico G. K. Chesterton que protagoniza 52 contos depois compilados em cinco volumes. Chesterton baseou o personagem no Padre John O’Connor (1870-1952), o pároco de Bradford.
A Inocência do Padre Brown, publicada em 1911, reúne as primeiras doze aventuras deste personagem, um padre católico do Essex mas a exercer em Londres, baixo, sempre de batina, envergando um grande chapéu-de-chuva e uma desconcertante perspicácia sobre a maldade humana.
Depois deste volume, seguir-se-ão A Sabedoria do Padre Brown (1914), A Incredulidade do Padre Brown (1926), O Segredo do Padre Brown (1927) e O Escândalo do Padre Brown (1935).
Ao contrário de Sherlock Holmes, os métodos do Padre Brown tendem a ser mais intuitivos que dedutivos, auxiliado pela experiência do amigo Flambeau, um polícia reformado.

A Inocência do Padre Brown

de G.K. Chesterton

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896223625
Editor: Alêtheia Editores
Data de Lançamento: março de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 219 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 314
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896223625

SOBRE O AUTOR

G.K. Chesterton

Gilbert Keith Chesterton (1874–1936) nasceu em Londres e frequentou a escola de arte do University College London. Em 1900 foi convidado a contribuir com artigos de crítica de arte, e a partir daí tornou-se um dos escritores mais prolíficos de todos os tempos. Escreveu cerca de uma centena de livros, centenas de poemas, cinco peças de teatro, cinco romances e cerca de 200 contos, muitos dos quais incluem o popular padre detetive, Padre Brown. Ainda assim, considerava-se, antes de mais, jornalista: escreveu mais de 4000 ensaios para jornais e também editou o seu próprio jornal, G.K.’s Weekly. Escrevia com à-vontade nas áreas de crítica literária e social, história, política, economia, filosofia e teologia. É frequentemente chamado de «príncipe do paradoxo».

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