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A Imagem-Tempo. Cinema II

de Gilles Deleuze
Editor: Documenta, maio de 2015 ‧
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A teoria do cinema não recai sobre o cinema mas sobre os conceitos do cinema, que não são menos práticos, efectivos ou existentes do que o próprio cinema. Os grandes autores de cinema são como os grandes pintores ou os grandes músicos: ninguém fala melhor do que eles do que fazem. Mas, ao falarem, tornam-se outra coisa, tornam-se filósofos ou teóricos, até mesmo Hawks que não queria saber de teorias, até mesmo Godard quando finge desprezá-las. Os conceitos do cinema não estão dados no cinema. E no entanto são os conceitos do cinema, não teorias sobre o cinema. Pelo que há sempre uma hora, mais cedo ou mais tarde, em que já não se trata de perguntar «o que é o cinema?» mas «o que é a filosofia?». O cinema em si é uma nova prática das imagens e dos signos da qual a filosofia tem de fazer a teoria como prática conceptual. Porque nenhuma determinação técnica, seja aplicada (psicanálise, linguística) ou reflexiva, é suficiente para constituir os conceitos do próprio cinema.

A Imagem-Tempo. Cinema II

de Gilles Deleuze

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898566980
Editor: Documenta
Data de Lançamento: maio de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 206 x 30 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 448
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Cinema
EAN: 9789898566980

Amazing

Bárbara Gomes

Of the most delightful sort. Another title I intend to reread, or to finish completely. I'm pretty sure I read chunks of this but not all of it straight through.

SOBRE O AUTOR

Gilles Deleuze

Gilles Deleuze, proeminente filósofo francês, nasceu em 1925. Frequentou o Liceu Carnot, em Paris, e estudou filosofia na Universidade de Sorbonne entre 1944 e 1948. Foi na faculdade que conheceu, entre outras figuras, Michel Tournier e François Châtelet.
Lecionou Filosofia no ensino secundário até 1957, ano em que começou a ensinar história da Filosofia na Sorbonne. A partir de 1960, e durante quatro anos, foi investigador no Centre National de Recherche Scientifique (CNRS), tendo sido depois professor na Universidade de Lyon. Só em 1987 abandonou o ensino, depois de uma longa carreira como historiador de filosofia.
O seu primeiro livro, publicado quando Deleuze contava apenas 23 anos, intitulava-se "Empirismo e Filosofia". Em 1968, foi publicada a sua tese de doutoramento, "Expressionismo na Filosofia: Spinoza". Em 1987, Deleuze conheceu Féliz Guattari, com quem escreveu um conjunto de livros influentes, nomeadamente "Anti-Édipo — Capitalismo e Esquizofrenia" (1972). Durante os anos 80, Deleuze escreveu uma série de livros sobre cinema e pintura. O seu último livro, uma coleção de ensaios sobre literatura e algumas questões filosóficas, foi publicado em 1993.
Em 1995, Deleuze pôs termo à sua vida, atirando-se de uma janela do seu apartamento em Paris.

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