A Igreja Não Pode Calar-se

Escritos inéditos de D. Óscar Romero

de Oscar Romero

editor: Paulinas Editora
«Se me matam, ressuscitarei no povo salvadorenho»
(Óscar Romero)

Nas cartas de monsenhor Romero, aqui apresentadas ao público português, transparece o verdadeiro rosto do «arcebispo mártir», que se tornou voz dos sem-voz, consciente de que era, pela sua fidelidade ao Evangelho, o alvo dos violentos que agiam em nome da sacrossanta «Segurança Nacional». Um testemunho fundamental.

A Igreja Não Pode Calar-se

Escritos inéditos de D. Óscar Romero

de Oscar Romero

ISBN: 9789896734855
Editor: Paulinas Editora
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 208 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Coleção: História e Atualidade
Classificação temática: Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 5603658194166
Oscar Romero

Óscar Arnulfo Romero Galdámez, conhecido como Dom Romero (Ciudad Barrios, San Miguel, 15 de agosto de 1917 — San Salvador, 24 de março de 1980), foi um sacerdote católico salvadorenho, quarto arcebispo metropolitano de San Salvador (1977-1980), capital de El Salvador.

Romero nasceu em Ciudad Barrios, um povoado onde se produzia café do Departamento de San Miguel, a 156 quilómetros de San Salvador, no dia 15 de agosto de 1917[ , numa família de origens humildes.

Em 1931 ingressou no Seminário Menor de San Miguel, onde ficou conhecido como 'O menino da flauta', por sua habilidade em utilizar uma flauta de bambu que herdou de seu pai.

Em 1937, ingressou no Seminário Maior San José de la Montaña, em San Salvador, e sete meses depois, viajou para estudar teologia em Roma, onde presenciou as calamidades da Segunda Guerra Mundial.

Em 4 de abril de 1942 foi ordenado padre .

Em 21 de junho de 1970 foi nomeado bispo auxiliar de San Salvador, e em 15 de outubro 1974, bispo de Santiago de María no Departamento de Usulután.
Em 3 de fevereiro de 1977 foi nomeado arcebispo de San Salvador. Escolhido como arcebispo por seu aparente conservadorismo.
Em março de 1977, ocorreu o assassinato de seu amigo, o padre Rutilio Grande, junto com dois camponeses. Esse incidente, transformou Romero, que passou a denunciar as injustiças sociais por meio da rádio católica Ysax e do semanário Orientación. Por isso, chegou a ser conhecido como "A voz dos sem voz".

Por ter aderido aos ideais da não violência, chegou a ser comparado ao Mahatma Gandhi e a Martin Luther King. Óscar Romero denunciava, em suas homilias dominicais, as numerosas violações de direitos humanos em El Salvador e manifestou publicamente sua solidariedade com as vítimas da violência política, no contexto da Guerra Civil de El Salvador.

Óscar Romero foi assassinado quando celebrava a missa, em 24 de março 1980, por um atirador de elite do exército salvadorenho, treinado na Escola das Américas. Sua morte provocou uma onda de protestos em todo o mundo e pressões internacionais por reformas em El Salvador.

Em 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o dia 24 de março como o Dia Internacional pelo Direito à Verdade acerca das Graves Violações dos Direitos Humanos e à Dignidade das Vítimas em reconhecimento à atuação de Dom Romero em defesa dos direitos humanos.

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