A guerra que Portugal quis esquecer

O desastre do exército português em Moçambique na Primeira Guerra Mundial

de Manuel Carvalho

Livro eBook
editor: Porto Editora

A Guerra que Portugal quis Esquecer

Entre 1914 e 1918 Portugal enviou mais de 20 mil soldados para Moçambique com o objetivo de garantir a defesa da colónia face aos alemães. Apesar da sua superioridade em número e no equipamento, os soldados portugueses foram condenados a uma missão impossível. As divisões internas, o desleixo com as regras sanitárias, a impreparação para as doenças tropicais, as dificuldades de um país arruinado para manter duas expedições a milhares de quilómetros de distância, a incompetência e a falta de vontade de combater tornaram a aventura moçambicana num dos maiores desastres de sempre das tropas nacionais. Na Primeira Grande Guerra morreram, em Moçambique, mais portugueses do que na frente europeia. 

Nascido da série de reportagens homónima com que o autor venceu o Prémio Gazeta de Imprensa em 2015, A Guerra que Portugal quis Esquecer relata as memórias dos soldados, as denúncias de cobardia e de incompetência das chefias e a vergonha pelas derrotas, fazendo justiça a uma parte da História que o Estado Novo tentou apagar.

A guerra que Portugal quis esquecer

O desastre do exército português em Moçambique na Primeira Guerra Mundial

de Manuel Carvalho

ISBN: 978-972-0-06183-6
Editor: Porto Editora
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 978972006183612
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Recomendo

Tiago Manalvo

Efetivamente quando é estudado envolvimento de Portugal na I Guerra Mundial, conforme foi a intenção dos homens da I República, tende-se apenas a evocar o envio do CEP - Corpo Expedicionário Português para a Flandres, participando nas grandes batalhas ocorridas na Frente Ocidental nos anos de 1917 e 1918. Contudo é comumente esquecido que Moçambique, sobretudo no norte, também foi palco de combates directos entre Portugal e a Alemanha, que atacava a partir da sua África Oriental, hoje Tanzânia, tendo criados sérias dificuldades às autoridades portuguesas. É justamente essa realidade que este trabalho de Manuel Carvalho nos vem recordar.

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Essencial

Margarida Portela

De fácil leitura mas baseado em factos, documentos e memórias, é um belo trabalho, feito por um jornalista com paixão pela história e que teve a coragem de abordar - sem rodeios ou falsidades - uma parte da história nacional que, efectivamente, muitos esqueceram ou assim fizeram por... a presença portuguesa no teatro operacional africano durante a Primeira Guerra Mundial. A ler.

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Um notável contributo para a História Militar de Portugal

Álvaro Lira

Um notável contributo para a História Militar de Portugal, e não só. Parabéns ao autor de tão importante trabalho de pesquisa de um nicho da nossa história, tão pouco conhecido. O texto merecia uma mais cuidada revisão. Apresenta ainda uma série de pequenas gralhas e vícios de linguagem (encarregue, por encarregado, por exemplo) que, se corrigidos, o melhorariam. Mas não é isso que lhe retira merecimento. Álvaro Lira

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Inovador!!!

Alexandre Costa Maia

Rasga novas perspectivas sobre a 1ª República e destrói velhos "clichés" sobre esta! Incontornável!!!

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Muito bom

Andre

Livro muito bom sobre um tema recôndito da história de portugal

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Excelente

Francisco Pereira

Obra essencial, um notável trabalho de investigação, sobre um tema ainda pouco conhecido, recomenda-se vivamente.

Manuel Carvalho

Manuel Carvalho é jornalista e desenvolveu quase todo o seu percurso profissional na redação do Porto do jornal Público (excetuando um breve período entre 1999 e 2000, em que integrou o Diário Económico). Para além de ter pertencido ao grupo de jovens escolhido, em 1989, para formar a primeira redação do jornal, entre 2000 e 2013 ocupou as funções de subdiretor e de diretor adjunto. Foi ainda professor do ensino básico, durante dois anos.
Nascido em Alijó, Alto Douro, fez os seus estudos superiores no Porto, primeiro com um bacharelato na Escola Normal e mais tarde na Faculdade de Direito e na Faculdade de História da Universidade do Porto, onde se licenciou. Fez o curso de jornalismo do Cenjor e foi fellow do German Marshall Fund, nos Estados Unidos, e do International Studies and Training, no Japão. Venceu vários prémios de jornalismo, o último dos quais em 2015 – o Prémio Gazeta de Imprensa com a série de reportagens sobre a Primeira Guerra Mundial em Moçambique, que estão na base deste livro.
É, atualmente, diretor do Público e integra o painel de comentadores de assuntos políticos e económicos da RTP Informação e da RTP2.

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