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A Estação

de Robert Byron
Editor: Tinta da China, junho de 2025 ‧
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O Monte Athos, centro espiritual do monasticismo ortodoxo oriental, é um estado autónomo, com o seu próprio calendário e um horário solar, onde as mulheres estão proibidas de entrar.

Esta bela e acidentada península da região da Macedónia, referida já em Heródoto, é um local de refúgio desde os primórdios do cristianismo.

Em 1927, com 22 anos, Robert Byron fez uma viagem com amigos ao Monte Athos que o influenciaria para o resto da vida.

Neste livro, com espírito crítico, sentido de humor e rasgo literário, regista descrições dos monges e visitantes, do seu quotidiano, das paisagens e dos tesouros preservados pelos mosteiros, lançando luz sobre um mundo antigo e enigmático, há muito escondido dos olhos de forasteiros.

«Este livro não é um mero relato de viagem, mas uma exploração da alma bizantina, conduzida por alguém que não se contenta com uma observação superficial. Não se limita a descrever mosteiros, ícones e frescos — mergulha no espírito do lugar, tentando compreender o que faz do Monte Athos um microcosmo único, onde o tempo parece ter parado.»
Carlos Vaz Marques, director da colecção

A Estação

de Robert Byron

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896719500
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: junho de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 202 x 28 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 368
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9789896719500

SOBRE O AUTOR

Robert Byron

Robert Byron nasceu em 1905 no Reino Unido, foi aluno de Eton e é considerado um dos maiores autores de literatura de viagens do século XX, além de ter ficado conhecido como crítico de arte e historiador. Viajou pelos lugares mais díspares: o Monte Athos, a Índia, a União Soviética e o Tibete. Começou a publicar os seus relatos de viagem em 1926. Em 1933 visitou a Pérsia e o Afeganistão, viagem que relatou em A Estrada para Oxiana (Tinta-da-china, 2014), obra de referência que Bruce Chatwin descreveu como «um texto sagrado, acima de qualquer crítica». Morreu em 1941, com apenas 35 anos, quando o navio em que viajava enquanto correspondente de guerra foi torpedeado pelos alemães ao largo da Escócia.

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