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A Corneta Acústica

de Leonora Carrington; Ilustração: Pablo Weisz Carrington
Editor: Antígona, outubro de 2024 ‧
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Quando uma nonagenária dura de ouvido recebe de presente uma corneta acústica, rapidamente se apercebe dos planos que a família lhe destina: um bilhete (só de ida) para um sinistro lar de terceira idade cristão, patrocinado por uma marca americana de cereais de pequeno-almoço. Cedo, porém, descobrirá que a sua nova residência é um lugar bem mais excitante do que tinha previsto.

Povoada pelas heroínas mais idosas da história da literatura e com uma intriga que alia, previsivelmente, calistenia e desastres climáticos, anarquia e croché, A Corneta Acústico (1974), nesta edição ilustrada pelo filho da autora e prefaciada por Ali Smith, é, além de um clássico do surrealismo admirado por Luis Buñuel e Olga Tokarczuk, uma alucinante - e hilariante - viagem ao absurdo e à ternura.

«Ler A Corneta Acústica liberta-nos da triste realidade do quotidiano.»
Luis Buñuel

«Um dos romances mais originais, divertidos e visionários do século XX.»
Ali Smith

«Uma extraordinária história surrealista. Hilariante e aterradora.»
Olga Tokarczuk

A Corneta Acústica

de Leonora Carrington; Ilustração: Pablo Weisz Carrington

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726084679
Editor: Antígona
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 211 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 228
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726084679

Mais Leonoras, por favor!

Filipa Tavares

Uma extraordinária história surrealista como já nos habituou, sem olhar a idades. Ainda que este não case com os mais pequenos. Precisamos de mais surrealistas no mundo!

SOBRE O AUTOR

Leonora Carrington

Leonora Carrington (1917-2011) arruinou os sonhos da família, que a queria debutante numa Londres cinzenta, para abraçar a vida mais colorida dos surrealistas de Paris. Fugiu da França ocupada e travou uma luta inglória para salvar da prisão o seu amante, Max Ernst. Internada num hospício espanhol, descreveria esta experiência no livro Em Baixo (1988). Foi no México que encontrou refúgio duradouro e ambiente propício para a sua imaginação prodigiosa. Uma das últimas surrealistas, dedicou-se à pintura, à escrita e à escultura até à sua morte, legando-nos uma obra visionária e plena de criatividade.

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