A Cor Instável

de João Paulo Cotrim; Ilustração: Alain Corbel
Editor: Edições Afrontamento, julho de 2005 ‧
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Aquela cor não é exactamente como as outras e nem mesmo o médico com os seus aparelhos e receitas lhe resolveu a aparente "doença". Só mesmo a companhia de três amigos a ajudarão a superar uma bela crise.


As crianças com uma necessidade permanente de movimentação, designam-se habitualmente como instáveis ou irrequietas. Trata-se de um problema importante de saúde mental infantil que interessa aos pediatras, professores e pais, uma vez que a irrequietude vai criar dificuldades no modo como a criança vai organizar a relação com as pessoas e com os objectos. Pode ainda criar dificuldades na escola.
Se não for tratado, este problema vai ter consequências mais tarde na vida adulta. Esta necessidade de movimentação, que ultrapassa em muito a tolerância dos pais e professores, tem por detrás profundas ansiedades. E percebe-se assim que, afinal, a irrequietude se destina a reduzir estas ansiedades.
É este lado positivo que o livro explora. Uma cor que destoa, enriquece o arco-íris.
in Os Meus Livros, Junho 2005

A Cor Instável

de João Paulo Cotrim; Ilustração: Alain Corbel

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723606355
Editor: Edições Afrontamento
Data de Lançamento: julho de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 197 x 200 x 8 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 32
Tipo de produto: Livro
Coleção: Tretas e Letras / Série Olho Vivo
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 6-8 anos > Literatura
EAN: 9789723606355
Idade Mínima Recomendada: Maiores de 4

SOBRE O AUTOR

João Paulo Cotrim

João Paulo Cotrim (Lisboa, 13 de março de 1965 - 26 de dezembro de 2021) foi um jornalista, escritor e editor português. Foi o fundador da Abysmo.
A escrita estava-lhe no sangue: guionista para filmes de animação (Fado do Homem Crescido, com Pedro Brito, ou Sem Querer, com João Fazenda, entre outros), escreveu também novelas gráficas (Salazar – Agora, na Hora da Sua Morte), ficção (O Branco das Sombras Chinesas, com António Cabrita), ensaios (Stuart – A Rua e o Riso ou El Alma de Almada El Ímpar – Obra Gráfica 1926-1931), aforismos (A Minha Gata) e poesia (Má Raça, com Alex Gozblau), além de histórias para as mais disparatadas infâncias (por exemplo, Querer Muito, com André da Loba).
Dirigiu desde a sua abertura, em 1996, e até 2002, a Bedeteca de Lisboa, tendo organizado um sem-número de edições, iniciativas e exposições (por exemplo, Jogo da Glória – O Século XX Malvisto pelo Desenho de Humor). Assinava, no Hoje Macau, a crónica semanal Diário de um Editor.

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