A Contos com a Justiça

(2ª Edição)

de José Eusébio Almeida
Editor: Coimbra Editora, novembro de 2008 ‧
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Quem trabalha nos tribunais, há muito que o pressente.
A linguagem dos processos omite tanto do que dentro deles se vive. A prosa escorreita do despacho judicial ou da sentença lembra, às vezes, o preto destas nossas becas e, entre o estafado jargão jurídico, afugentam-se palavras imensas, de cores muitas. Em demasiadas ocasiões, permanece, surdo, o incómodo da frase espantada, que fica por dizer.
Pois, foi desse desconforto magoado que nasceu este projecto a dois. Acordar frases adormecidas, vesti-las, com singeleza, na roupagem de um livro de contos, integralmente escrito por juizes, unidos nesse deslumbramento de vida que lhes vai correndo nos olhos.
Depois, deu-se a descoberta fácil e entusiasmada de nove vozes únicas que ressoam de todo o país e que às nossas se juntaram, na mais falsa das selecções: todos os que à chamada responderam, logo os quisemos como escolhidos. Certamente, mais se farão ouvir, assim este projecto saiba levedar.
Os proventos desta iniciativa reverterão integralmente para a Associação de Solidariedade Social "Casa do Juiz", também como homenagem à memória do Conselheiro Armando Pinto Bastos.
Uma saudação de maiscúlo agradecimento à ajuda sábia do Conselheiro Sousa Diniz e à colaboração desinteressada do Rui Cardoso Martins. Resta agora permitir que, desajeitadas, estas palavras outras, possam estremunhar de um longo sono de preto vivido, correndo soltas para o adestramento singular de cada leitor.
José Eusébio Almeida/ José Igreja Matos

«Quem trabalha nos tribunais, há muito que o pressente.
A linguagem dos processos omite tanto do que dentro deles se vive. A prosa escorreita do despacho judicial ou da sentença lembra, às vezes, o preto destas nossas becas e, entre o estafado jargão jurídico, afugentam-se palavras imensas, de cores muitas. Em demasiadas ocasiões, permanece, surdo, o incómodo da frase espantada, que fica por dizer.
Pois, foi desse desconforto magoado que nasceu este projecto a dois. Acordar frases adormecidas, vesti-las, com singeleza, na roupagem de um livro de contos, integralmente escrito por juizes, unidos nesse deslumbramento de vida que lhes vai correndo nos olhos.
Depois, deu-se a descoberta fácil e entusiasmada de nove vozes únicas que ressoam de todo o país e que às nossas se juntaram, na mais falsa das selecções: todos os que à chamada responderam, logo os quisemos como escolhidos. Certamente, mais se farão ouvir, assim este projecto saiba levedar.
Os proventos desta iniciativa reverterão integralmente para a Associação de Solidariedade Social "Casa do Juiz", também como homenagem à memória do Conselheiro Armando Pinto Bastos.
Uma saudação de maiscúlo agradecimento à ajuda sábia do Conselheiro Sousa Diniz e à colaboração desinteressada do Rui Cardoso Martins. Resta agora permitir que, desajeitadas, estas palavras outras, possam estremunhar de um longo sono de preto vivido, correndo soltas para o adestramento singular de cada leitor.»
José Eusébio Almeida/ José Igreja Matos

A Contos com a Justiça

(2ª Edição)

de José Eusébio Almeida

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723213591
Editor: Coimbra Editora
Data de Lançamento: novembro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 207 x 210 x 21 mm
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Direito > Geral
EAN: 9789723213591
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

José Eusébio Almeida

Desembargador no Tribunal da Relação do Porto desde 2011.

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