A Constituição Portuguesa num Contexto Global
Editor:
UCP Editora, abril de 2015 ‧
ver detalhes do produto
29,97€
10%
DE DESCONTO IMEDIATO +
10%
CARTÃO
VjFGd05HdHlabGRtYUVWaVJFUjNabkpGWVhBdlpGRTVlV2x1UkRWeFZVRlhUVmhzVmpVeWIySk5UR1JNUldWRU1DOUNTRGhCVld3MlYzSklVWEkxVTFoTFpGSmphMHRRTDI1SE9YRnhSV0YwVDBkYVFsZEhZVEIyZVVKRmF6aHhTSGhpYkVJeU56UjRiVWRqZVdKU2VIZFRMMHNyV2pSWVJ6WnlTRVpSVDA1MFNuZHpOemRLYXpoM1IyOURabUV5T0RKdlVHSm9jMGsxT1VOSGQwUlVXRlpDWW5keVFpOHZXR1ZGY0dkVlEzcHpjSEoxU21KVWRWSnpNRGMyVFZKNmFucHVXbXB4VlV4NlFsSTVkemRLY21wUlpESnlORmxVZDJGaFpVZ3JNM0pWVlZwNk4yUTFhelpDU3psaVlWSnNVa2R1VXpGb1RGbEhRVzFsYW1SVlVGRlVia0ZTUlhkWlZHSmlPVGwyVkZsRmFFeDNSV0ZWYlVOelUyVnJLMVpXWm5oSlF6VmpaSE42V1d4RVVVbDRTM2hrZFhwelRFWjFSWFJHZHpoSlZFUTVWVTFVYUVrMVRGUkNZMmM0YXpGc1dqUkhLMk14UzNCVGNFSnNRazVaT0RJMFNub3piRXc1TXpWMGRuZERiSFpIZG1kMmVrTlZkR2d5U2t4WFRqUk1hbmhQU2pWTFNFZzJTV2hETUVKeVZGRjVVMUpQSzNkWlpWSlFVRmw2UTBab1dYRTBLMEZIZUdOb2JtaDNVekJwT0ZsWlIyaEZabWNyTTFob015OVFTSFJZVUZaR1VsZzFSV0V2ZHpKMlYwaEplbkV3WVdkTmRsbzFSbVF5ZDFONFdHZG1TbEJwUkc1Mk0waFVSVTlJUjAxRFF6TmxSV1ZSTnpOS2VEbG9UekZ5Y0VaWE5ETTNha1poUVRGeWRqbHZOMXA0VG5wRGMzUlNNVE0wYkVwNU9IaFdPSEl5Vmt0a1VrRXhaRE12ZVhacVVXdGxTVXR4V0RkUFRHRkxVRUZ2VTJKWFVrcDVPVkkyY1RJdmNXVlNRMjFGVVhWNk16SjVOVUo1WkhJeWJHMDFTVEY0V0UxUFJuZDFjVzFrVTBSWGIxQjBNMDF0YUcxU1QwWXZaMDlQTHpSaE56QndkMGhFTnk4eVZUSnhRbEYxYkZaemJUbFdkV012VFhSR2RsWjBLM05wZDFsMWJXcFhka1IyV0ZRd09HZ3ZSakV6TlhNeGMzVkdORlZrUTB4NmRsVmlVa3RCVEVOMmRFNWlUREpKTldOV1l5OVpXRzgwUW5SSFFXaFJOMXBGV0hNemFWTTRaM1EwUkdkQlNuZzRkelpNUkhCMlRXVm1WWE5FTmxOVDp6NWtFbVNRYld4dXgzSjVWcHpXTnhRPT0=
EM STOCK
-
portes grátis
Venda o seu livro
SINOPSE
Assiste-se hoje, sobretudo em pequenos Estados integrados na União Europeia como Portugal, ao crepúsculo do constitucionalismo estadual triunfante.
O constitucionalismo estadual não está, apesar de tudo, morto. Por isso, impõe-se revisitar as bases do constitucionalismo português nos alvores do século XXI.
O caminho não passa pela defesa de um constitucionalismo fortemente judicialista preocupado fundamentalmente com a defesa do Estado de Direito. A democracia e a lei, expressão da vontade popular, devem conservar um lugar central no Estado constitucional e impõem uma flexibilização do primado da Constituição.
A releitura do direito constitucional postula, por outro lado, que se leve a sério a necessidade de a Constituição se abrir à pluralidade de sistemas autónomos transacionais do nosso tempo. A força normativa da Constituição continua a ser hoje central, mas não se deve pedir à Lei Fundamental mais do que ela pode e deve dar num mundo caraterizado pela multiplicação das constelações transnacionais.
O constitucionalismo estadual não está, apesar de tudo, morto. Por isso, impõe-se revisitar as bases do constitucionalismo português nos alvores do século XXI.
O caminho não passa pela defesa de um constitucionalismo fortemente judicialista preocupado fundamentalmente com a defesa do Estado de Direito. A democracia e a lei, expressão da vontade popular, devem conservar um lugar central no Estado constitucional e impõem uma flexibilização do primado da Constituição.
A releitura do direito constitucional postula, por outro lado, que se leve a sério a necessidade de a Constituição se abrir à pluralidade de sistemas autónomos transacionais do nosso tempo. A força normativa da Constituição continua a ser hoje central, mas não se deve pedir à Lei Fundamental mais do que ela pode e deve dar num mundo caraterizado pela multiplicação das constelações transnacionais.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789725404560 |
| Editor: | UCP Editora |
| Data de Lançamento: | abril de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 162 x 231 x 23 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 224 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Direito
>
Direito Constitucional
|
| EAN: | 9789725404560 |