A Conquista do Inútil

de Werner Herzog
Editor: Tinta da China, setembro de 2017 ‧
20,90€
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Entre 1979 e 1981, Werner Herzog passou longas temporadas na Amazónia, devido a Fitzcarraldo, um grandioso projecto cinematográfico: contar a vida do barão da borracha Carlos Fermín Fitzcarrald, que ousara transportar um navio através de um istmo na Amazónia. Herzog inspirou-se nessa figura histórica para expor quer o delírio da selva quer o absurdo do desejo de controlar a natureza, ficcionando também o sonho de levar a ópera ao coração das trevas, inspirando-se, para o efeito, na ópera de Manaus. A viagem descrita neste livro assume as mais variadas formas: desde a deslocação física por geografias e latitudes mais ou menos distantes — Estados Unidos, Peru, Brasil, Alemanha —, recorrendo a transportes diversos, da lancha ou do navio de Fitzcarraldo ao avião apinhado, por entre aterragens arriscadas, paisagens sublimes e vistas do topo do mundo, à imagem onírica de um avião a despenhar-se contra os arranha-céus nova -iorquinos, da moto à jangada por estradas esburacadas ou rápidos furiosos, face a uma humanidade impotente perante uma natureza agressiva e a luxúria da selva, quase sempre obscena.

A Conquista do Inútil

de Werner Herzog

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896713904
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: setembro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 200 x 22 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9789896713904

Retratos Humanos

Miguel Monteiro

Literatura de viagem, romance, acção, retrato histórico? Tudo cabe nestes apontamentos do genial Herzog. Mas no fundo, tudo se resume ao homem, e à sua complexidade. Mais um grande livro de uma coleção essencial.

Um diário de bordo....

João Marques

Trata-se de um diário sobre o processo de produção do filme Fitzcarraldo de Werner Herzog. Neste livro o autor descreve com minúcia o trajecto efectuado através da selva amazónica na sua busca do cenário para a realização do filme.

FITZCARRALDO de volta

Luis Jorge

Tivemos há anos o filme arrasador sobre esta figura do magnata da borracha que construiu uma ópera do meio do nada da floresta amazónica. Agora as notas que Herzog escreve durante esses tempos em redor da epopeia das filmagens ... com feridos e mortos a sério ... Raramente se podem ler as ideias de uma pessoa. Mas ele conseguiu . Isto é a cabeça de alguém, neste caso, que decide fazer uma super produção mas que não sabe como vai ser. Demasiado honesto.... E resultou num ENORME filme.

SOBRE O AUTOR

Werner Herzog

Werner Herzog (Munique, 1942) até aos 11 anos não soube sequer da existência do cinema. François Truffaut chamou-lhe "o mais importante realizador vivo". Apesar disso, ele considera-se a si próprio "melhor escritor do que cineasta".

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