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A Casa da Mulher Ingrata

E outras crónicas

de Miguel Szymanski
Editor: Oxalá Editora, julho de 2021 ‧
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«Miguel Szymanski vai desfiando o tecido político e social que se sonha até hoje brocado de corte manuelina. Os seus textos são incisivos, contundentes porque descobrem onde no tal tecido aparecem rasgões, fios puxados ou nós que emaranham as relações sociais. E são alegres, divertidos porque usam a prosa leve, irónica, por vezes mesmo sarcástica herdada dos grandes cronistas de língua portuguesa. O que querem estas crónicas? Alertar para...eu diria... sim, trivialidades, no sentido em que elas descrevem e põem a nu comportamentos e realidades que muitos de nós nem sequer vislumbramos, por tudo ser tão normal, tão nosso. Futebol em todos os canais de rádio?
É assim. Património ao Deus-Dará? Sempre esteve. Beberetes entre gente fina? Sempre houve.
As crónicas de Miguel Szymanski não ficam pelo mundo da política (portuguesa, alemã, europeia, mundial). Segundo a descrição de Eça de Queirós, ele também grande cronista, de a crónica ser assim uma espécie de "conversa íntima, indolente", o autor, em muitas delas, envereda por lembranças e, com alguma nostalgia, recorda lugares, amigos e família, tece louvores à sua velha bicicleta, entoa um canto fúnebre ao jornal, saliva em prosa o velho cozido do canal caveira ou daiquiris goenses, descreve saborosamente parágrafos da Wikipédia móvel, versão lusitana.»

In prefácio de Luísa Costa Hölzl

A Casa da Mulher Ingrata

E outras crónicas

de Miguel Szymanski

Propriedade Descrição
ISBN: 9783946277491
Editor: Oxalá Editora
Data de Lançamento: julho de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 209 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 222
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9783946277491

SOBRE O AUTOR

Miguel Szymanski

Miguel Szymanski nasceu em Faro, em 1966. Escritor, jornalista e analista político, trabalha na Alemanha e em Portugal. É comentador da RTP.
Começou a trabalhar no Goethe-Institut no início dos anos 90 e iniciou-se no jornalismo na imprensa económica. Em Portugal trabalhou para a Grande Reportagem, O Independente e Expresso, foi editor na revista GQ e cronista do Diário de Notícias. Durante a crise regressou à Alemanha, onde publicou durante três anos as suas crónicas «Zuhause bei Fremden» (Em Casa com Estranhos) no jornal diário TAZ e foi redator da revista Öko-Test em Frankfurt. É hoje correspondente e autor em Lisboa do semanário Der Freitag e do canal alemão Welt. Trabalhou ainda como autor do canal franco-alemão ARTE, foi colaborador da Euronews em França e, desde 2015, publica crónicas mensais no jornal Portugal Post, de língua portuguesa, editado em Berlim.
Publicou o seu primeiro livro, O Economista Acidental, em 2010. Na Alemanha escreveu Ende der Fiesta (Fim de Festa), em 2014. De volta a Portugal publicou Ouro, Prata e Silva, em 2019 (com edição francesa em 2022, pela qual recebeu em França, em 2023, o Prix Violeta Negra Occitanie do Festival de Literatura Policial de Toulouse Polars du Sud, o primeiro atribuído a um autor português), O Grande Pagode, em 2020, e reuniu algumas das crónicas escritas nos últimos dez anos em A Casa da Mulher Ingrata, em 2021. O Homem Mais Feliz de África foi o seu primeiro romance com chancela Bertrand Editora, ao qual se segue agora A Viagem do Oligarca, no regresso ao thriller literário e à personagem de Marcelo Silva.

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