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A Borboleta na Gaiola

de Luís Filipe Costa

editor: Vega, outubro de 2009
Prémio de consagração de carreira da SPA, 2011.
Escrito em "lisboeta", A Borboleta na Gaiola recria, ao estilo do realismo cinematográfico, um certo território citadino: o microcosmos da esquerda no ano que antecede a Revolução, que se arrasta pela noite numa forma peculiar de querer gostar da vida e de fazer a mudança.
Vistosa, como a borboleta, esta gente não produz, porém, um único som que incomode verdadeiramente o poder. Isso é para os pássaros canoros, os autênticos revolucionários, que estão ausentes deste romance. Todavia, acaba também privada de voo. Publicado pela primeira vez em 1984, e adaptado ao cinema pelo próprio autor, ressurge agora por ele revisitado, mantendo uma actualidade desconcertante.

A Borboleta na Gaiola

de Luís Filipe Costa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726999270
Editor: Vega
Data de Lançamento: outubro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 224 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Coleção: O Chão da Palavra / Ficção
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726999270
Luís Filipe Costa

Luís Filipe Costa (1936-2020) nasceu em Lisboa a 18 de Março. Trocou o curso da Faculdade de Economia por uma carreira profissional na rádio. Dirigiu o Serviço de Noticiários do Rádio Clube Português que, na década de 60, revolucionou o jornalismo radiofónico em Portugal. Recebeu prémios da Casa de Imprensa para o melhor radialista em 1966 e 1974 e o Prémio SER (Sociedade Espanhola de Radiodifusão) em 1968. Como realizador venceu o Prémio da Rádio Húngara com o programa "Quem tem Medo de Brahms?". Participou voluntariamente no 25 de Abril lendo, ao microfone do RCP, os comunicados do Movimento das Forças Armadas. Foi condecorado em 2010 com o Grau de Cavaleiro da Ordem da Liberdade. Depois do 25 de Abril, transferiu a sua actividade para a RTP onde realizou filmes de ficção, documentários e peças de teatro. O filme "Morte d'Homem" recebeu em 1988 o Grande Prémio do Festival de Cinema para Televisão de Chianchino (Itália) e o 2º Prémio do Festival Internacional de Cinema da Figueira da Foz. A série documental "Há só uma Terra", que introduziu o tema da ecologia na programação da televisão portuguesa, foi distinguida com o Prémio da Crítica do "Diário de Lisboa". É autor dos romances "A Borboleta na Gaiola" e "Agora e na Hora da sua Morte". Em 2011 recebeu o Prémio Consagração de Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores.

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