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A Biblioteca à Noite

de Alberto Manguel

editor: Tinta da China, outubro de 2016
A partir da sua mítica biblioteca pessoal, Alberto Manguel, um dos mais conceituados bibliófilos do mundo, conta-nos tudo o que sabe sobre a história, o fascínio e os enigmas das bibliotecas. Ao construir a sua biblioteca com mais de 40 mil livros num antigo presbitério em França, Alberto Manguel debateu-se com as mesmas questões de um qualquer bibliotecário caseiro: é melhor dividir por línguas? A ordem alfabética será a mais prática? Os géneros não deviam estar agrupados?

Mesmo que não existam respostas certas, neste livro Manguel conta pelo menos as melhores histórias. Há bibliotecas públicas com secções como «Esgotos: Obras Seleccionadas», e umas privadas onde, alfabeticamente, os amigos-escritores Borges e Bioy Casares ficam lado a lado. Há bibliotecários corajosos que alteram registos de requisição para salvar livros, e livros corajosos que salvam homens torturados. Há livros perdidos, livros proibidos, livros digitais, livros que ficam numa prateleira demasiado alta e livros imaginados - mas todos eles ocupam um espaço e enchem estantes pelo mundo, tal como preenchem esta Biblioteca à Noite.

A Biblioteca à Noite

de Alberto Manguel

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896713409
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: outubro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 211 x 282 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 304
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > História da Literatura
EAN: 9789896713409
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Bibliofilia

Ricardo Reis

Um livro de um apaixonado para os apaixonados por livros e bibliotecas. Erudito, divertido e poético. Recomendo

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Biblioteconomia

Lurdes Gonçalves

Um livro bastante interessante sobre a temática dos livros e das bibliotecas com os seus enigmas, fascínio e histórias curiosas. Este autor nunca nos decepciona. Muito bom!

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Uma Leitura Maravilhosa

Cláudia Parraça

Uma obra de Alberto Manguel, onde este nos fala sobre livros e bibliotecas. É destinada a todos os que gostam de ler.

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Para Bibliófilos

Ana Seia de Matos

Um livro em que Alberto Manguel nos fala de tantos outros livros, das bibliotecas que os conservam, públicas e privadas e do modo como diferentes pessoas escolheram guardar estes repositórios de conhecimento. Uma espécie de documento histórico onde se encontram inúmeras referências a escritores e aos seus escritos, reflexões sobre a forma como nos relacionamos com eles e eles com os seus, documento este que pode ser consultado ao longo da vida em busca de ideias para leituras futuras ou apenas para meditações literárias.

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Uma maravilha

Claudino Moura

Um livro sobre livros, para quem gosta de livros. A biblioteca é um lugar mágico: é depósito de conhecimento, é mundo de ilusões, é símbolo de poder e de status, é um universo de mundos, polémicas e discursos. O livro, enquanto veículo de conhecimento e de opinião, é amado e odiado em igual medida. Não por acaso, os regimes totalitários, políticos ou religiosos, os proíbem e queimam. A biblioteca é também íntima, orgânica, mutante. O autor aborda tudo isto e mais, com perfeita fluidez e de forma acessível, aprofundando o fascínio que o livro (a biblioteca) exerce sobre os homens.

Alberto Manguel

Alberto Manguel (1948, Buenos Aires) cresceu em Telavive e na Argentina, e adotou a nacionalidade canadiana em 1982. Aos 16 anos, trabalhava na livraria Pygmalion, em Buenos Aires, quando Jorge Luis Borges lhe pediu que lesse para ele em sua casa. Foi leitor de Borges entre 1964 e 1968. Em 1968, mudouse para a Europa. Viveu em Espanha, França, Itália e Inglaterra, ganhando a vida como leitor e tradutor para várias editoras. Editou cerca de uma dezena de antologias de contos sobre temas tão díspares como o fantástico ou a literatura erótica. É ensaísta, romancista premiado e autor de vários bestsellers internacionais, como Dicionário de Lugares Imaginários, Uma História da Curiosidade, A Biblioteca à Noite, Embalando a Minha Biblioteca, Com Borges, Uma História da Leitura e Um Diário de Leituras (publicados pela Tinta da china entre 2013 e 2022). Publicou em Portugal, em estreia mundial, o Livro de Receitas dos Lugares Imaginários (2021) e Guia de Um Perplexo em Portugal (2022). Foi diretor da Biblioteca Nacional da Argentina entre 2016 e 2018. Recebeu o Prémio Formentor das Letras em 2017. Atualmente, vive em Lisboa, onde dirige o Espaço Atlântida.

(ver mais)
Dicionário de Lugares Imaginários

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