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7 De Julio

de Benito Pérez Galdós
idioma: espanhol
Editor: JdeJ Editores, maio de 2015 ‧
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Fernando VII conspira contra la Constitución que había jurado; en Madrid se prepara un golpe de Estado. La vieja España está representada por la Guardia Real y la nueva España por la Milicia Nacional, que es más que una fuerza militar. De ella brotarán las nuevas ideas políticas porque está compuesta por hombres que se a grupan en las llamadas profesiones liberales. Es, además, la garante de la Constitución. El 7 de julio de 1822 esa Milicia Nacional se enfrenta a la Guardia Real y gana la batalla. Fernando VII, al verse perdido, piensa en la ayuda extranjera. Bajo el nombre simbólico de Benigno Cordero, Galdós personiÞ ca una inolvidable Þ gura de la Milicia Nacional. Además de hacer honor a su nombre, lucha heroicamente. Salvador Monsalud y la nueva Þ gura de Benigno Cordero están destinados a encontrarse y entenderse. Y el tercer personaje de este Episodio es Patricio Sarmiento que representa la exaltación política

7 De Julio

de Benito Pérez Galdós

Propriedade Descrição
ISBN: 9788415131625
Editor: JdeJ Editores
Data de Lançamento: maio de 2015
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 188
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > História da Literatura
EAN: 9788415131625

SOBRE O AUTOR

Benito Pérez Galdós

Benito Pérez Galdós nasceu em 10 de maio de 1843, em Las Palmas, nas ilhas Canárias, e é considerado o maior romancista espanhol desde Miguel de Cervantes.
Filho de militar, mudou-se, em 1862, para Madrid a fim de estudar Direito, tendo aí frequentado as reuniões do Ateneu e os cafés Fornos e Suizo, onde se relacionou com os intelectuais e artistas da época, começando a escrever para os jornais La Nación e El Debate. Em 1868, abandonou os estudos para se dedicar inteiramente à escrita. Viajou pela Europa, familiarizando-se com as tendências literárias da época, como o realismo e o naturalismo. A sua prolífica obra, tanto em romances como em peças de teatro, foi marcada pelo realismo, refletindo a sua preocupação com os problemas políticos e sociais da época, como o seu percurso político de tendência progressista e anticlerical também demonstra. Galdós chegou mesmo a ser deputado, entre 1886 e 1890, na ala liberal, e, em 1907 e 1910, como republicano.
Comparado a Honoré de Balzac e Charles Dickens, tornou-se membro da Real Academia em 1897 e foi nomeado para o Prémio Nobel em 1912. Faleceu em 4 de janeiro de 1920, em Madrid.

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