2013 - O Segundo Dilúvio

de José Maria Rodrigues da Silva

editor: Fólio Edições, abril de 2004
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Dez anos em coma para encontra um mundo a prazo, de homens estéreis devido à radioactividade. As guerras nucleares e o terrorismo destruíram o mundo. Saíra da experiência de quase morte - EQM - Mais sensitiva, capaz de captar os sinais cerebrais electrónicos - electroquímicos que acompanham as ideias e as emoções. Foi buscar o activador de electrosono, colocou os eléctrodos nas têmporas e adormeceu. Vem aí um dilúvio e só quem estiver no cimo de altas montanhas se salvará. O sol violáceo adquiriu tons avermelhados como se estivesse raiado de sangue. As águas levaram tudo: instalações atómicas, armas nucleares e químicas, robots, planos, fórmulas...

"É uma obra inesperada (...) que suscita não só o interesse mas renovada admiração pela obra de Rodrigues da Silva."
Guilherme d’Oliveira Martins

"Este romance já se esperava há muitos anos. (...) no fundo é um ensaio sobre a vida."
Marcelo Rebelo de Sousa

"É um romance inteligente e interessante, de certo modo de . cção cientí. ca, e sobretudo de re. exão sobre o futuro da humanidade."
Urbano Tavares Rodrigues

"Rodrigues da Silva é uma pessoa preocupada com temas universais."
Zelimir Brala, Embaixador da Croácia

2013 - O Segundo Dilúvio

de José Maria Rodrigues da Silva

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728700232
Editor: Fólio Edições
Data de Lançamento: abril de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 230 x 170 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789728700232
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
José Maria Rodrigues da Silva

José Maria Rodrigues da Silva nasceu em Almada, em 1932, e licenciou-se em Direito em 1957, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Fez o curso Complementar de Ciências Jurídicas, foi advogado, professor, juiz dos Tribunais de Trabalho, juiz desembargador na secção cível do Tribunal da Relação de Évora e na secção social do Tribunal da Relação de Lisboa, juiz-conselheiro do Supremo Tribunal Administrativo e do Tribunal Superior de Justiça de Macau.
Representou os Tribunais de Trabalho na Comissão para a sua integração no Ministério da Justiça. Foi Membro da Comissão que elaborou o Código do Processo do Trabalho, relator do conselho da Europa para o Processo e a Jurisdição do Trabalho, representante de Portugal no Simpósio da ONU, em Genebra, sobre a exploração do trabalho infantil, presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses e vice-presidente da Associação para o Progresso do Direito. É Presidente da Associação de Amizade Portugal-Croácia. Tem privilegiado a reflexão multidisciplinar sobre o Poder e a Modernidade. A sua obra, além do ensaio, abarca a ficção, a poesia e o teatro. Publicou no domínio do ensaio, Trabalho, Processo e Tribunais, com prefácio de Francisco Salgado Zenha; O Homem e o Poder; A Aplicação do Direito na Jurisdição do Trabalho; A Pós-Modernidade e o Estado de Direito Democrático; O Direito Português no Contexto Cultural de Macau; Democracia ou Telecracia? Uma Nova Ideologia; A Decadência do Ocidente – Do Big Brother ao Multiculturalismo; A Justiça e a Comunicação Social – Do Direito Problemático à Comunicação Antropofágica?; O Passado e o Futuro da União Europeia – O Ocidente Ainda Existe?; A Crise Financeira e Económica e as Outras.
No domínio da ficção publicou, Com a Ponta do teu Vestido Ocultarei a Terra; A Árvore da Vida; O Nobel...e Depois?; 2013 – O Segundo Dilúvio; Amor e Morte na Casa da Floresta; O Clube das Pessoas Importantes e Outros Contos; As Quatro Estações – Memórias de Um Portugal Maior. Na Poesia, Poemas Portugueses e 20 Poemas de Macau, em versão bilingue (Português – Chinês). O Homem que Viveu Muitas Vezes

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